Um Grupo de Estudantes Universitários lutando por um novo cenário do semiárido brasileiro

Junte-se ao nosso núcleo de pesquisa "INPS" e colabore com a sua ideia neste avanço tecnológico e científico.

O Programa COFPISNE Sustentável foi criado para o controle e redução aos impactos ambientais.

Sua meta é fazer a revitalização da Caatinga e do Rio São Francisco nos perímetros do Projeto.

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O SINPISBA irá gerar mais de 80 Mil empregos diretos e indiretos na Região de Irecê.

Sua meta é beneficiar inicialmente mais de 10 Mil pequenos agricultores familiares nos perímetros do Projeto.

Em busca das grandes conquistas hoje e sempre à benefício dos nossos filhos e netos.

Responsabilidade Social e Ambiental para o bem de todos.

Estamos em processo de planejamento para implantação do nosso Projeto no Semiárido do Nordeste.

Contamos com o seu apoio. Faça parte do nosso grupo de pesquisa. Dê sua opinião.

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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Segurança hídrica é desenvolvimento. Transposição do São Francisco, futuro do nordeste e do Brasil.

Em dezembro de 2013 o Portal Química em Foco teve a oportunidade de apresentar o Projeto Fundação: COFPISNE no I WorkShop Internacional sobre água no Semiárido, da açudagem a Transposição, e nisso, conversamos com o representante do MIN e o que ele afirmou foi que a Transposição do Rio São Francisco só será concluída em 2025! 


Apresentação do Projeto Fundação: COFPISNE no Auditório do FIEP na Cidade de Campina Grande-PB.
Evento: I WorkShop Internacional sobre água no semiárido brasileiro, da açudagem à Transposição do Rio São Francisco.
Palestrante: Maykon Mendes, Idealizador do Projeto Fundação: COFPISNE para Gestão das Águas da Transposição do Rio São Francisco e anexar a Bahia na Transposição, em especial, a Região de Irecê, (Semiárido Baiano).


O que é o Projeto?


O Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional é um empreendimento do Governo Federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional. Tem objetivo de assegurar oferta de água para 12 milhões de habitantes de 390 municípios do Agreste e do Sertão dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
A Integração do rio São Francisco com bacias dos rios temporários do Semi-árido será possível com a retirada contínua de 26,4 m³/s de água, o equivalente a apenas 1,42% da vazão garantida pela barragem de Sobradinho (1850 m³/s), sendo que 16,4 m³/s (0,88%) seguirão para o Eixo Norte e 10 m³/s (0,54%) para o Eixo Leste.
Nos anos em que o reservatório de Sobradinho estiver com excesso de água, o volume captado poderá ser ampliado para até 127 m³/s, aumentando a oferta de água para múltiplos usos.


Investimento


O Projeto São Francisco é hoje a maior obra de infraestrutura hídrica para usos múltiplos sendo executada diretamente pelo governo federal. O investimento de R$ 8,2 bilhões resulta do acréscimo de novas condicionantes ambientais exigidas pelo IBAMA - serão mais de R$ 900 milhões de recursos para esta área da revisão de obras civis em decorrência dos projetos executivos, dos gastos com eletromecânica e da supervisão e gerenciamento da obra em função do prolongamento do prazo.
Metas de Conclusão
O Ministério da Integração Nacional estabeleceu, em 2011, um novo modelo de licitação, contratação e acompanhamento dos seis trechos de obras (Metas 1N, 2N, 3N, 1L, 2L e 3L).
As metas possuem os seguintes prazos de conclusão:
Eixo Leste (Trecho V) 
META 1L - Meta Piloto (16 km): Compreende a captação no reservatório de Itaparica até o reservatório Areias, ambos em Floresta (PE). É uma meta piloto para testes do sistema de operação. A Meta 1L apresenta 86,1% de conclusão.
Antigos Lotes: 9 e13.
META 2L (167 km): Inicia na saída do reservatório Areias, em Floresta (PE), e segue até o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE). A Meta 2L apresenta 57,8% de execução.
Antigos Lotes: 9,10,11,12 e 13.
META 3L (34 km): Este trecho está situado entre o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE), e o reservatório Poções, em Monteiro (PB). A Meta 3L apresenta 26,2% de execução.
Antigo Lote 12.
Eixo Norte (Trecho I e II)
META 1N (140 km): Vai da captação do rio São Francisco, no município de Cabrobó (PE), até o reservatório de Jati, em Jati (CE). A Meta 1N apresenta 55,5% de execução.
Antigos Lotes: 1,2,3,4 e 8.
META 2N (39 km): Começa no reservatório Jati, no município de Jati (CE), e termina no reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE). A Meta 2N apresenta 24,1% de execução.
Antigo Lote: 5.
META 3N (81 km): Estende-se do reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE), até o reservatório Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras (PB). A Meta 3N apresenta 46,4% de execução.
Antigos Lotes: 6,7 e 14.
Andamento das Obras**
As obras do Projeto de Integração do São Francisco estão em andamento e apontam mais de 51,3% de avanço. Estão em construção túneis, canais, aquedutos e barragens na maior obra de infraestrutura hídrica do pais. O empreendimento está previsto para ser concluído no final de 2015.
O Projeto contempla ainda 38 ações socioambientais, como o resgate de bens arqueológicos e o monitoramento da fauna e flora. O investimento nestas atividades é de quase R$ 1 bilhão. 
Atualmente, a obra emprega mais de 7,7 mil trabalhadores. Dos 16 lotes de obras, que compõe as Metas, dois já estão concluídos: o Canal de Aproximação do Eixo Norte e Leste.
Atualmente, estão em atividades 14 lotes: Lote 1, em Cabrobó (PE); 2,3 e 8, em Salgueiro (PE); Lote 4, em Verdejante (PE); Lote 5, em Brejo Santo (CE); Lote 6, em Mauriti (CE) - mobilização; Lote 7, em São José de Piranhas (PB) - em mobilização; Lotes 9 e 13, em Floresta (PE); Lotes 10 e 11, em Custódia (PE); 12, em Sertânia (PE); e 14, em São José de Piranhas (PB).
Quatro trechos do Eixo Norte funcionam 24 horas por dia: em Salgueiro (PE), em Cabrobó (PE), em Jati (CE), e em São José de Piranhas (PB). Cerca de dois mil equipamentos estão em operação.




As obras da Transposição do rio São Francisco serão retomadas, hoje, “a todo vapor”. Quem assegura é o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira. Segundo ele, as empresas responsáveis pela obra diminuíram o ritmo de trabalho nos últimos dias em virtude das festas de final de ano, mas a ordem da presidente Dilma Rousseff é que, em 2014, 100 km fiquem prontos. Em 2015, a obra deve ser concluída. Quando a transposição foi lançada, o então presidente Lula prometia entregar o primeiro canal da obra, o eixo leste, em 2010. Toda a transposição ficaria pronta em 2012 por R$ 4,6 bilhões.
De acordo com o ministro, hoje, cerca de 50% da obra foi concluída. Com relação ao Eixo Norte, trecho referente ao Ceará, ele esclarece que todas as frentes de trabalho estão em funcionamento, com mais de cinco mil trabalhadores.
Segundo informou, as perspectivas para conclusão do Eixo Norte, que começa em Mauriti, no Ceará, e vai até São José de Piranhas, na Paraíba, são boas, pois, a partir de maio, mais trabalhadores serão contratados para garantir que a obra fique pronta até o final deste ano, assim como prometido pelo governo federal. (Colaborou Tarcísio Colares).

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Nova Parceria entre o COFPISNE e a NCST-PB. Nosso Projeto está ganhando força em todo o Nordeste.

REUNIÃO PARA APRESENTAÇÃO DO PROJETO FUNDAÇÃO: COFPISNE A NOVA CENTRAL SINDICAL DOS TRABALHADORES DA PARAÍBA - NCST-PB. Neste encontro, a NCST se integrou ao Projeto para avançarmos juntos e conseguirmos aprovação pelo Congresso Nacional ainda este ano. 


Por: Maykon Mendes
Antônio Erivaldo H. de Souza, Presidente da NCST/PB e José Camilo de Souza, Vice-Presidente.
Parceria entre a NCST-PB e o COFPISNE

O Portal Química em Foco é o site veiculador das informações do COFPISNE e suas SGI's. A Nova Central Sindical dos Trabalhadores da Paraíba NCST-PB tem sede em João Pessoa e a NCST está situada em 21 Estados do País com Sede Nacional em Brasília, no qual o Presidente da NCST / Nacional é o Sr. José Calixto Ramos, no qual iremos até ele para levarmos a ideia a Presidenta Dilma. Diante disso, o Presidente Antônio Erivaldo e o Vice-Presidente José Camilo da NCST-PB acharam o Projeto Fundação: COFPISNE muito interessante e resolveram fazer parte desta integração para o Desenvolvimento do Nordeste nas áreas onde há grandes problemas socioeconômicos, por falta de água. Nisso, Antônio Erivaldo se empenhou em reunir os Presidentes das outras NCST's dos Estados da: Bahia, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte e também os Prefeitos que serão beneficiados com o Projeto para apresentarmos a eles e posteriormente, realizarmo o I Seminário Nacional para o Desenvolvimento Socioeconômico, Tecnológico e Sustentável do Semiárido do Nordeste com Tema: Fundação: COFPISNE e Suas SGI's. O Projeto tem o objetivo de fazer a gestão das águas da transposição do rio São Francisco com um Modelo de Macro-Gestão nos quatro Estados envolvidos e anexar a Bahia na Transposição, em especial o Semiárido Baiano, a Região de Irecê, Bahia, Brazil. 







Para mais informações acesse: http://www.portalquimicaemfoco.com.br

Site da NCST-PB: http://www.ncstpb.com.br/

sábado, 2 de novembro de 2013

Califórnia quer produzir etanol de cana-de-açúcar

Patricia Barci, de Ribeirão Preto

Um condado chamado Imperial, no Estado americano da Califórnia se reunirá esta semana para avaliar a possibilidade de cultivar cana-de-açúcar para produção de etanol


Um condado chamado Imperial County, no Estado americano da Califórnia se reunirá esta semana para avaliar a possibilidade de cultivar cana-de-açúcar para produção de etanol.

O conselho administrativo do condado se reunirá com os moradores para colocar o projeto em votação. A proposta do conselho é que cerca de dez por cento das terras do condado sejam usadas para o plantio de cana com esse propósito. Desta forma, espera-se que tenha grande impacto na comunidade agrícola, já que a intenção é cultivar cerca de 70 mil hectares de cana. O município ocupa uma área de 11.608 km² com uma população de pouco mais de 174 mil habitantes.


Ray Castillo, presidente do conselho anunciou à imprensa local que acredita que a região pode tornar-se a maior produtora de etanol derivado de cana, da Costa Oeste, caso a proposta seja aprovada.

De acordo com informações do USDA - Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, (sigla em inglês), existem poucas unidades produtoras de etanol de cana nos Estados Unidos, onde quase 97% do etanol é produzido a partir do milho.

O Estado da Califórnia é considerado por muitos o mais promissor para o plantio de cana nos Estados Unidos. Um grupo chamado California Ethanol & Power, em 2007, já havia demonstrado a mesma intenção na região de Imperial County. Tanto que a região já abriga algumas unidades produtoras de etanol instaladas à época. Não se sabe no entanto, se a cana produzida será esmagada nestas destilarias, ou se outras unidades serão construídas para esta finalidade.

Fonte: ProCana Brasil

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Tipos de Poluição do Solo

Você já parou para pensar quais poderiam ser os principais motivos de tanta incidência de câncer na população? Talvez esta redação possa lhe auxiliar nesta resposta. 
A camada mais fina da crosta terrestre é o solo que fica na sua superfície externa. Em geral essa camada é bem rica em substâncias nutritivas e é o local em que os vegetais se desenvolvem. Porém, quando o solo em questão está poluído acaba resultando em alimentos “envenenados”. Daí a importância de conhecer as fontes de poluição do solo e reduzi-las.
Em geral a poluição do solo pode ter várias causas, porém, uma das principais é o uso de produtos químicos (agrotóxicos) na agricultura. A função dos agrotóxicos é fertilizar o solo, destruir pragas e também eliminar as ervas daninhas. Esses produtos cumprem e muito bem o seu papel, porém, eles também são responsáveis por danos ambientais terríveis que alteram o equilíbrio do solo e envenenam os animais através da cadeia alimentar.
Existem outras fontes de poluição que são tão ou mais perigosas que os agrotóxicos. Agora que você tem uma ideia de como a poluição do solo pode destruir vários tipos de vida de um ecossistema confira quais são as principais fontes dessa poluição.

Uso Excessivos de Fertilizantes

Os fertilizantes ou adubos sintéticos passaram a fazer parte do cultivo agrícola devido a necessidade de aumentar a produção de alimentos. O crescimento da população criou um aumento bem significativo na demanda da produção de alimentos. Por isso o uso desse tipo de adubo sintético se tornou tão comum.
O grande problema é que esses fertilizantes contêm impurezas que podem fazer a contaminação do solo. Para se ter uma ideia a indústria que produz fertilizantes retira quantidades elevadas de nitrogênio do ar e também de fosfato das rochas. O uso excessivo de fertilizantes acaba gerando um desequilíbrio ecológico.
Os agentes de decomposição não conseguem fazer a reciclagem do fertilizante na proporção em que são despejados no solo.  Isso provoca o processo chamado de eutrofização e ainda alterações que tem como característica principal o decréscimo de matérias orgânicas e também a retenção de água.

O Uso de Praguicidas

Outra fonte de poluição do solo é o uso de praguicidas ou defensivos agrícolas. Basicamente são substâncias venenosas que são utilizadas para combater pragas e organismos que são considerados nocivos para o ser humano.

Dentre os principais praguicidas destacamos:

  • Herbicidas
  • Os herbicidas têm como função matar as ervas daninhas (os parasitas das plantas).
  • Fungicidas
  • A sua função é fazer o combate de fungos parasitas.
  • Inseticidas
  • Os inseticidas são usados contra os insetos.
  • Neumatócidos
Essas substâncias fazem o controle dos neumatócidos parasitas.
O grande problema de usar essas substâncias é que elas são bem pouco específicas e assim acabam fazendo a destruição tanto as espécies que são nocivas e aquelas que são úteis. Outro problema bastante significativo em relação aos defensores químicos é que eles vão se acumulando ao longo das cadeias alimentares.
Como exemplo imagine que minhocas se alimentaram de uma grande quantidade de folhas mortas e assim acabaram ingerindo partículas do solo. Elas acumularam uma quantidade significativa de inseticidas clorados. Na sequência aves se alimentam dessas minhocas, galinhas, por exemplo. Essas galinhas acabam ingerindo também grandes concentrações de veneno e assim por diante.

O Controle Biológico Como Solução

Uma forma de evitar essa contaminação do solo através dos defensores químicos é usar o chamado controle biológico. Trata-se de combater as pragas usando os seus inimigos naturais, que podem ser predadores ou então parasitas. Um exemplo disso é a criação de vírus transgênicos que são desenvolvidos para que quando entram em contato com fumaça ou gases ataquem somente determinadas larvas ou insetos.
Nesses casos os vírus se mostram inofensivos para as demais espécies e se autodestroem quando o seu trabalho tóxico já tiver terminado. Há ainda a possibilidade de usar ferormônios naturais, mensagens químicas que afetam o comportamento de espécies específicas.

O Lixo Como Fonte de Poluição do Solo

Em geral o lixo urbano é constituído de forma predominante de matéria orgânica e devido a isso sofre uma intensa decomposição. O lixo pode ter quatro destinos que são os lixões, os aterros sanitários, a compostagem ou a incineração.

Lixões

Nesse caso o lixo é simplesmente levado para terrenos baldios em que fica exposto e acaba sendo aproveitado por pessoas que vivem de catar lixo. Essas pessoas têm grandes chances de contrair doenças. Além do mal que esse lixo pode causar para os seres humanos é importante destacar que podem causar grandes estragos para o solo.
O lixão além de uma intensa proliferação de moscas e outros insetos também produz o chamado chorume, um líquido que é resultante do processo de decomposição do lixo e que polui o solo e também os lençóis de água.

Aterro Sanitário

O aterro sanitário é uma forma barata de eliminar os resíduos do lixo, porém, depende da existência de um local que seja adequado. Basicamente o método consiste em armazenar os resíduos de lixo de forma que sejam dispostos em camadas em locais que sejam escavados.
O grande problema está na possibilidade de que haja contaminação das águas subterrâneas e também do solo.

Incineração

Os chamados incineradores são fornos que utilizados para queimar resíduos. Porém, mais do que simplesmente produzir calor esses incineradores geram óxidos de enxofre, nitrogênio e dióxido de carbono. Esses elementos podem ser usados na fabricação de fertilizantes.

Compostagem

O processo chamado de compostagem é aquele em que o material orgânico do lixo passa por um tratamento biológico no qual se tem o chamado “composto”. Esse material passa a ser utilizado para fazer a fertilização e recondicionamento do solo.

O Lixo Tóxico

Um dos problemas mais comuns de aterros sanitários, pois não existe o processo de seleção do lixo e assim produtos perigosos podem acabar sendo aterrados junto com o lixo comum. Um fato que causa inúmeros danos ao lençol freático, uma camada em que os espaços do solo são preenchidos com água.

O Lixos Radioativos

O lixo radioativo é aquele produzido pelas usinas nuclearem e causam inúmeros danos a saúde. A composição do solo é feita por quatro partes que são água, ar, matéria orgânica e matéria mineral. Os minerais acabam se misturando com os demais, se houver a presença de lixo radiativo não tenha dúvida que ele irá se misturar ao solo.
A poluição dos solos ocorre pela interação indevida do homem com os recursos naturais, prejudicando diretamente a vida e o meio ambiente, através principalmente do derramamento de produtos tóxicos como os agrotóxicos utilizados nas plantações e mais ainda pelo acúmulo sem planejamento do lixo urbano, que além de poluir o solo, contamina outros elementos do ecossistema.
A poluição do solo é proveniente de duas origens, uma delas é a poluição urbana, que com a presença do homem despejando detritos e lixo de uma maneira sem planejamento, acaba por poluir o ar e o solo desta maneira e também através do lançamento de substâncias químicas e dos derivados de petróleo contaminam o solo saudável.

Lixo
Já a poluição agrícola tem origem principalmente na utilização dos agrotóxicos, que são utilizados pelos agricultores como proteção para suas plantações contra pragas e para que o solo aumente sua capacidade fértil, e, em menor parte pelas técnicas brutas de produção, como a atividade de curtumes, a destinção irregular do sub produto da cana, o vinhoto e a criação de porcos também empobrecem e poluem o solo.
Uma forma inteligente de se contornar o problema de acúmulo de lixo e de resíduos urbanos é a destinação dos lixos a lugares apropriados para isso, denominados aterros, lá, há uma capacidade definida para ser depositada.

Agrotoxicos

Os Vilões da Poluição do Solo

Sem dúvida alguma os maiores vilões quando o assunto é poluição dos solos são os produtos químicos que são despejados na superfície, em maior parte das vezes são agrotóxicos e os resíduos urbanos, que depositados em locais impróprios em formas de montanhas, contaminando a superfície e às vezes todo o meio ambiente em volta.
Dos produtos químicos que prejudicam um desenvolvimento sadio do solo, temos os agrotóxicos, que são utilizados pelos agricultores para impedir que insetos e pragas venham destruir sua produção. O grande problema deste tipo de prática é que os agrotóxicos são compostos de fosfatos e nitratos, que além de não serem uma boa fonte de alimentação ao ser humano, penetram no solo e se aprofundam com o passar dos anos, destruindo sua capacidade produtiva.
Como alternativa para a utilização de fertilizantes e agrotóxicos, temos os agricultores que utilizam de meios naturais para a proteção e fortificação de sua produção, a que podemos chamar de alimentos orgânicos, de custo um pouco mais elevado que os produtos cultivados no processo tradicional, mas que fazem bem à saúde, pois não há produtos químicos em sua composição e também ao solo, pois a matéria orgânica que fortifica e protege é diluída junto com o solo, tornando o mais rico em nutrientes.







sábado, 10 de agosto de 2013

Novos rótulos para os produtos industrializados que circulam o mundo inteiro

Por: Maykon Mendes

É com grande satisfação que o Portal Química em Foco publica este artigo. Por meio dele, podemos ver o quanto a caatinga no sertão nordestino é valiosa na visão das indústrias estrangeiras de cosméticos, e saber o quanto é importante pensarmos em investir mais no semiárido do nordeste. Empresários de grandes indústrias, não só de cosméticos, como também de biocombustíveis, investem pesado nos produtos oriundos da caatinga no interior da Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. O óleo de palma (dendê) é bastante utilizado como um dos componentes do biodiesel. A carnaúba, por exemplo, encontrada no semiárido, continua entre os produtos mais exportados e serve de matéria prima para muitos outros produtos além da cera.
No caso do dendê, sob o ponto de vista dos autores de pesquisas no processamento desse óleo, o plantio racional da palma africana (dendezeiro) para a utilização do óleo de palma, como combustível substituto ou componente de óleo diesel, é a melhor opção, quando não se tem uma fonte confiável de oleaginosas nativas, pelas
seguintes razões:

• Propriedades físico-químicas do óleo, bastante similares ao óleo diesel.
• Alta produtividade e potencial comprovado para produção em larga escala.
• Produz o ano inteiro, o que permite menores volumes de estocagem e instalações industriais de menor porte.
• O Brasil, após 30 anos de pesquisa e plantio, tem tecnologia apropriada para aumentar a área plantada dessa cultura perene, que produz até 5 toneladas de óleo/hectare/ano. 

Veja mais detalhes sobre óleo de palma (dendê) clicando aqui!

Os gigantes da cosmética agora adequam fórmulas às necessidades de cada nacionalidade
Redação: Katiane Romero
VejaSP Especial - 01/04/2013



No mês de março, a L’Occitane fez um movimento surpreendente. Conhecida por "colocar" há trinta anos a Provença dentro de frascos - de xampus a perfumes -, a empresa francesa acaba de lançar uma marca com ingredientes brasileiros em produtos fabricados no Brasil, a L’Occitane au Brésil. "Escolhemos embalar extratos de mandacaru e jenipapo", diz a diretora, Laura Barros. Típico da caatinga, o mandacaru, extraído no interior da Bahia pelos produtores da Cooperativa de Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curuçá e até então usado na alimentação de animais, empresta o poder hidratante a uma linha que vai de sabonete a esfoliante. Fruta típica do cerrado, o jenipapo, com ação reparadora e hidratante, é cultivado em Paraibuna, no interior do estado de São Paulo. 

A novidade da indústria que fez história com lavandas e sempre-vivas colhidas no sul da França acompanha uma nova onda no mercado da beleza. Depois de um século comercializando os mesmos produtos em todo o planeta, gigantes da cosmética se dedicam a adaptar o conteúdo das embalagens a cada região. "A ciência nos ajudou a determinar as especificidades locais de pele e cabelo: por exemplo, a brasileira tem a pele mais oleosa do que a europeia", comenta Bianca Soares, gerente de produto da francesa Avène, especializada em dermocosméticos. 

O Brasil e a China despontam entre as geografias mais estudadas. "Em ambas as culturas, a vaidade é valorizada, e as exigências estão cada vez mais sofisticadas", afirma Anna Kim, editora de beleza do Stylesight, em Nova York, escritório que estudahábitos de consumo. A Ásia vem demonstrando talento como difusora de tendências para os cuidados com a pele. "Para chinesas, japonesas e coreanas, a maquiagem também serve para tratar a pele", diz Anna. Daí o sucesso do BB Cream, recomendado originalmente por dermatologistas a pacientes em recuperação de cirurgias. Com o sucesso no Oriente, o produto quatro em um (hidratante, prime, protetor solar e regenerador) foi lançado na Europa em 2011 - de Estée Lauder a Shu Uemura, todos oferecem uma versão. 

Na Ásia, outro ponto se destaca: a pele alva é uma questão de status. Para esse lado do globo, a Avène desenvolveu a Sensitive White: do sabonete ao creme, o chamariz é a ação clareadora. No Brasil, o forte são os cabelos e os protetores solares. Um dos cases mais incensados é o da linha Elseve Reparação Total 5, para cabelos danificados, desenvolvido em 2008, no laboratório da L’Oréal Paris no bairro da Pavuna, no Rio de Janeiro. "A brasileira busca um produto capaz de tratar os fios, que sofrem por causa do clima ou de processos químicos, sem deixá-los pesados", diz Pierre-Emmanuel Angeloglou, um dos diretores da empresa no Brasil. Hoje, o Total 5 está presente em quase todos os 130 países onde o grupo vende seus produtos. 

Em março, foi a vez da linha de tratamento Absolut Control, da L’Oréal Professionnel, à base de manteiga de murumuru, uma palmeira da Amazônia, para combater o volume e o frizz. No ano passado, a Avène apresentou o primeiro protetor solar para o Brasil: não só a necessidade de FPS difere da da Europa, onde a empresa é líder em filtros, mas é também uma questão de pele. Os produtos franceses eram considerados "pesados" pelas consumidoras tropicais, que preferem toque "seco". 

Descobrir a textura certa parece ser crucial para o sucesso em terras brasileiras. A L’Oréal vai abrir neste ano um centro de pesquisa para tratamentos de pele no Rio. Em 2014, a empresa expandirá o estudo para cabelo, corpo, unhas, desodorantes e perfumes. Este será o sexto laboratório do grupo no mundo, depois da França, dos Estados Unidos, do Japão, da China e da Índia.




domingo, 4 de agosto de 2013

Descarte correto de resíduos sólidos evita contaminações e prejuízos ao meio ambiente

Pilhas, baterias, lâmpadas, remédios vencidos e óleos de cozinha são considerados tóxicos e podem conter metais pesados. Veja como descartar adequadamente

Jorge Júnior
Repórter
Ambiente
Pilhas, baterias de celulares, lâmpadas fluorescentes, remédios vencidos e óleo de fritura devem ser descartados de forma correta. Esses produtos são considerados tóxicos e, além de prejudicarem o meio ambiente, podem contaminar as pessoas que mantêm contato direto com eles.
Uma pilha comum, por exemplo, contém metais pesados, como chumbo, cádmio e mercúrio, além de manganês, cobre, níquel, cromo e zinco. Segundo a gestora ambiental,Cecília Junqueira, os materiais pesados são os mais agressivos. Esses objetos descartados em locais inapropriados podem vazar e contaminar o solo e os rios.
Para o óleo de cozinha, Cecília esclarece que a maneira mais indicada é colocá-lo em garrafas pet. Logo após, o material deve ser entregue ao posto de coleta mais próximo. Os materiais perfurocortantes devem ser embalados no jornal. Já as pilhas e as baterias devem ser colocadas em uma caixa e, após o uso, devolvidas ao fornecedor. Mas a ambientalista diz que essa prática ainda não é comum. "É muito fácil culpar o governo, mas a responsabilidade é individual.''
No caso das lâmpadas fluorescentes, a preocupação é em razão do mercúrio - que é altamente tóxico. Quando elas são quebradas, o produto evapora rapidamente e pode ser inalado. Nas lâmpadas incandescentes, além do vidro, podem ser aproveitados os componentes metálicos. Sendo assim, é recomendado que os consumidores procurem postos especializados e preparados para a realização desses processos.
Prejuízos ao ambiente
O óleo de cozinha despejado no ralo da pia acaba indo parar nos rios. Como o produto não se mistura com a água, forma uma película na superfície dos rios que impede a troca de oxigênio, colocando em risco as espécies que vivem ali.
Um litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água ou o que uma pessoa consome em 14 anos de vida, provocando ainda a impermeabilização dos leitos e terrenos próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.
  • Demora na construção do centro de triagem de material reciclado dificulta trabalho de catadores
  • Artesã reutiliza materiais que iriam para o lixo para confeccionar roupas, bolsas e sapatos
Lei dos Resíduos Sólidos
Em agosto de 2010, foi sancionada uma lei, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (clique aqui e confira). Para Cecília, trata-se de um marco na luta em defesa do Meio Ambiente. O projeto de lei faz distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento). A lei se refere-se a todo tipo de resíduo: doméstico, industrial, da construção civil, eletroeletrônico, lâmpadas de vapores mercuriais, agrosilvopastoril, da área de saúde, perigosos etc.
Um dos destaques da lei é a política de responsabilidade compartilhada, envolvendo a sociedade, empresas, prefeituras e governos estadual e federal na gestão dos resíduos sólidos. Estabelece, ainda, que as pessoas terão de acondicionar de forma adequada o lixo para o recolhimento do mesmo, fazendo a separação onde houver a coleta seletiva.
Rede de Reserva
A ambientalista alerta para a logística de reserva. ''Os fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores realizam o recolhimento de embalagens usadas." Foram incluídos nesse sistema produtos como agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, todos os tipos de lâmpadas, eletroeletrônicos e medicamentos.

Fonte: Acessa.com

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