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Sua meta é fazer a revitalização da Caatinga e do Rio São Francisco nos perímetros do Projeto.

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O SINPISBA irá gerar mais de 80 Mil empregos diretos e indiretos na Região de Irecê.

Sua meta é beneficiar inicialmente mais de 10 Mil pequenos agricultores familiares nos perímetros do Projeto.

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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Química no Campo: Análise do Solo




POR QUE FAZER ANÁLISE DE SOLO? 
A realização da análise de solo é importante, pois somente os dados obtidos a campo através da observação visual não são suficientes para se determinar possíveis problemas nutricionais das plantas. 
Deve-se fazer a análise de solo como parte de um planejamento da instalação das culturas agrícolas ou florestais. Serve como prevenção para futuros problemas nutricionais que podem facilitar o aparecimento de pragas e doenças.  
Com a realização da análise pode-se chegar a aumentar a lucratividade, pois haverá um aumento da produção e da resistência da planta, diminuindo os gastos com agrotóxicos (inseticidas, herbicidas e fungicidas). Em conseqüência disso, haverá uma melhor qualidade de vida e menor impacto ambiental. 
A análise de solo é um instrumento que pode auxiliar o produtor rural a aumentar a lucratividade da exploração agrícola ou florestal e a acompanhar as mudanças da fertilidade do solo. Deve ser utilizada, juntamente com outras informações, como um guia para as recomendações de uso de calcário e adubos (minerais e orgânicos). 
A análise de solos apresenta duas funções:
  • Indicar os níveis de nutrientes no solo, possibilitando o desenvolvimento de um programa de calagem e adubação;
  • Pode ser usada regularmente para monitorar e avaliar as mudanças dos nutrientes no solo.


TIPOS DE ANÁLISES DE SOLOS MAIS UTILIZADAS PELO PRODUTOR RURAL

As principais análises existentes para avaliação das propriedades do solo são: química e granulométrica. É importante que se realize ambas em conjunto, pois assim pode-se relacionar os teores de nutrientes e acidez com o potencial de uso e manejo do solo. Com o resultado das duas análises será possível elaborar um diagnóstico mais preciso da fertilidade. 
1) Análise química: Avalia a fertilidade química do solo, determinando a disponibilidade de nutrientes para as plantas, o pH e a matéria orgânica do mesmo. 
2) Análise granulométrica: Determina a proporção de constituintes do solo (areia, silte, argila) que influenciam no seu correto uso e manejo, indicando: risco de erosão, disponibilidade de água para as plantas, o uso econômico de adubos, a mecanização adequada e qual a melhor cultura a ser implantada. Serve também como complemento da análise química, garantindo maior segurança para o diagnóstico. 

VANTAGENS DA ANÁLISE DE SOLOS
  • São análises rápidas, de baixo custo e que podem ser feitas em qualquer época do ano, de preferência de três a seis meses antes do plantio, geralmente com um intervalo de 2 a 4 anos entre as análises (dependendo do tipo da cultura e do solo);
  • Os resultados podem ser interpretados por Engenheiros Agrônomos ou Florestais ou Zootecnistas;
  • Pode-se elaborar um programa de adubação e calagem, pois é possível determinar as quantidades de nutrientes que o solo será capaz de fornecer às plantas e qual a quantidade de adubos e calcário que deverá ser aplicada, visando oferecer as melhores condições de produção e de qualidade às culturas 
    Fonte: (EMBRAPA).

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