Um Grupo de Estudantes Universitários lutando por um novo cenário do semiárido brasileiro

Junte-se ao nosso núcleo de pesquisa "INPS" e colabore com a sua ideia neste avanço tecnológico e científico.

O Programa COFPISNE Sustentável foi criado para o controle e redução aos impactos ambientais.

Sua meta é fazer a revitalização da Caatinga e do Rio São Francisco nos perímetros do Projeto.

Um Grupo de Estudantes Universitários lutando por um novo cenário do semiárido brasileiro

Junte-se ao nosso núcleo de pesquisa "INPS" e colabore com a sua ideia neste avanço tecnológico e científico.

O SINPISBA irá gerar mais de 80 Mil empregos diretos e indiretos na Região de Irecê.

Sua meta é beneficiar inicialmente mais de 10 Mil pequenos agricultores familiares nos perímetros do Projeto.

Em busca das grandes conquistas hoje e sempre à benefício dos nossos filhos e netos.

Responsabilidade Social e Ambiental para o bem de todos.

Estamos em processo de planejamento para implantação do nosso Projeto no Semiárido do Nordeste.

Contamos com o seu apoio. Faça parte do nosso grupo de pesquisa. Dê sua opinião.

Envie-nos sua opinião sobre o nosso projeto para a melhoria da Região. Sua participação é importante!

Sua opinião ou ideia pode ser enviada no formato de Texto, Vídeo, ou apenas Áudio. Ela será publicada no espaço de Opiniões aqui no nosso Portal.

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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Curso de Química Industrial na UEPB - Universidade Estadual da Paraíba

O Químico Industrial utiliza a química no desenvolvimento e planejamento da produção industrial de novos processos e produtos, como fertilizantes, combustíveis, tintas, plásticos e materiais. Atua na análise instrumental e no controle de qualidade de componentes, no aproveitamento e no tratamento físico-químico de efluentes e resíduos industriais, através do conhecimento de propriedades e estruturas químicas dos materiais.


Por: Maicon Mendes
Área: Exatas  



Turma de Química Industrial 2013.1 / UEPB/Matutino. 


APRESENTAÇÃO

Turma de Química Industrial 2012.2 / UEPB/Noturno.
     O Químico Industrial é o profissional que tem a responsabilidade técnica pelos produtos gerados, tais como: corantes ou plásticos, adesivos ou vernizes, entre uma infinidade de outros. É ele quem faz a análise química e físico–química envolvidas na manipulação de matérias–primas e produtos da indústria química, garantindo as especificações de mercado e atendendo às exigências dos órgãos de controle sanitário e ambiental. O Químico Industrial formula produtos e supervisiona unidades industriais de fabricação de produtos químicos, petroquímicos, plásticos, alimentos, etc. Pode atuar também em laboratórios de indústrias de transformação e na área comercial de produtos químicos e derivados.
     O profissional também estuda os processos químicos industriais e sua evolução ao longo do tempo. O químico industrial desenvolve produtos e novas tecnologias, buscando aperfeiçoar produtos e novas fórmulas, além de verificar a viabilidade econômica e técnica dos processos de produção e coordena a manutenção e instalação de equipamentos. O químico industrial serve a humanidade através de pesquisa, do desenvolvimento de novos processos e produtos e da instalação de plantas industriais para a fabricação de produtos químicos de utilidade para as pessoas. Aplica o conhecimento científico adquirido na melhora da qualidade de vida da humanidade.
     No Brasil, a química industrial passou a expandir-se após a Revolução Industrial. Com issso o Brasil passou a explorar grandes investimentos na área da química.


INFORMAÇÕES GERAIS

      Os alunos formados poderão requerer registro no CFQ e CRQ's – Conselho Regional de Química, recebendo as atribuições relativas ao curso. Estágio optativo.


OBJETIVOS DO CURSO

1 Objetivo Geral

Formar profissionais capazes de efetuar estudos, investigações, experiências e análises relacionadas com a composição, as propriedades e as possíveis transformações das substâncias, a partir de uma visão ampla dos problemas sociais e ambientais.

2 Objetivos Específicos
O curso pretende formar o Químico Industrial, de forma que ele possa:
Reconhecer a Química como uma construção humana e compreender os aspectos históricos de sua produção e suas relações com os contextos culturais, socioeconômicos, políticos e ambientais.

Discentes: Maykon Mendes, Aline Regina e Daniele Gomes
Utilizar os conceitos químicos para a solução de problemas de controle de operações ou processos químicos no âmbito de atividades de indústria, vendas, marketing, segurança, administração pública e outras nas quais o conhecimento da Química seja relevante.

Ter habilidades que o capacitem para atuar como pesquisador no ensino de Química.

Saber conduzir análises químicas e ter conhecimento dos métodos clássicos e instrumentais, bem como conhecer os princípios básicos de funcionamento dos equipamentos utilizados e as potencialidades e limitações das diferentes técnicas de análise.

PERFIL DO PROFISSIONAL

Possuir domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos, com condições de atuar nos campos de atividades socioeconômicas que envolvam as transformações da matéria.


Direcionar as transformações da matéria, observadas nas indústrias e laboratórios, para controlar os produtos obtidos nos processos industriais.

Saber interpretar criticamente as etapas, efeitos e resultados, aplicando abordagens criativas à solução dos problemas e desenvolvendo novas aplicações e tecnologias.

Ter capacidade para assumir responsabilidades técnicas, prestar assistência, assessoria, consultoria, realizar vistoria, laudos e atestados no âmbito da Química e da tecnologia química.

Possuir condições de exercer plenamente a sua cidadania e, enquanto profissional, respeitar o direito à vida e ao bem-estar dos cidadãos que, direta ou indiretamente, possam vir a ser atingidos pelos resultados de suas atividades.



COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES

Para o bom exercício de suas atribuições profissionais - seja na pesquisa, na aplicação de processos e na solução de problemas na área de Química, condições que poderão ser exercidas na indústria, no comércio, nos institutos de pesquisa e no ensino superior - é imprescindível que o Bacharel em Química manifeste ou reflita na sua prática como profissional e cidadão as seguintes habilidades pessoais e profissionais básicas, tendo como referência as DCN (Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Química) aprovadas em 06/11/2001:
Discentes: Maykon Mendes e Aline Regina

Dominar as técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos necessárias para garantir a qualidade dos serviços prestados e para desenvolver e aplicar novas tecnologias, de modo a ajustar-se à dinâmica do mercado de trabalho.

Possuir habilidade suficiente em Matemática e modelos probabilísticos teóricos para compreender conceitos de Química e de Física, contribuindo para interpretar as diferentes formas de representação como tabelas, gráficos, símbolos e expressões.

Possuir capacidade crítica para analisar os processos éticos na pesquisa e no trabalho de rotina, reconhecendo os limites éticos envolvidos na pesquisa e na aplicação do conhecimento científico e tecnológico.

Saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que compõem um processo industrial ou uma pesquisa, sendo capaz de planejar, coordenar, executar ou avaliar atividades relacionadas à Química ou a áreas correlatas.

Ter curiosidade intelectual e interesse pela investigação científica e tecnológica, de forma a utilizar o conhecimento científico e socialmente acumulado, na produção de novos conhecimentos respeitando o direito à vida e ao bem-estar dos cidadãos.

Conhecer as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos químicos que possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico e aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade.

Saber comunicar corretamente os projetos e resultados de pesquisa na linguagem científica, oral e escritos (periódicos, relatórios, pareceres, “posters”) em idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).


Saber investigar os processos naturais e tecnológicos, controlando variáveis, identificando irregularidades, interpretando e propondo soluções.

Saber elaborar projetos de pesquisa e de desenvolvimento de métodos, produtos e aplicações em sua área de atuação.

Possuir conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho, inclusive para expedir laudos de segurança em laboratórios, indústrias químicas e biotecnológicas.

Saber atuar em laboratório químico, sendo capaz de selecionar, comprar e manusear equipamentos e reagentes.

Saber realizar avaliação crítica da aplicação do conhecimento em Química, tendo em vista o diagnóstico e o equacionamento de questões sociais e ambientais.

Saber realizar o controle de operações ou processos químicos no âmbito de atividades de indústria, vendas, “marketing”, segurança, administração pública e outras nas quais o conhecimento da Química seja relevante.

Ter capacidade de determinar e difundir e/ou utilizar o conhecimento relevante para a comunidade.
Ser capaz de atender às exigências do mundo do trabalho, com visão ética e humanística, tendo capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mesmo, visando atender às necessidades atuais.

Durante a sua vida profissional, deverá ser despertado um senso crítico que possibilite a prática das seguintes atitudes:


  • Compromisso com a ética profissional.
  • Responsabilidade social e ambiental.
  • Espírito empreendedor.
  • Engajamento em processo contínuo de educação profissional. 


Discentes: Aline Regina e Daniele Gomes
FOTOS DA TURMA:


Turma de Química Industrial na UEPB / Disciplina Metodologia Científica
Prof. Me. Eugênio Pereira


Turma de Química Industrial na UEPB / Disciplina Metodologia Científica
Prof. Me. Eugênio Pereira


Turma de Química Industrial 2013.1 Matutino UEPB




quinta-feira, 14 de junho de 2012

PRINCIPAIS CENTROS INDUSTRIAIS DO BRASIL

  A participação da região Sul no conjunto da produção industrial brasileira nas últimas décadas foi a que mais aumentou. Mas a desconcentração industrial não modificou a liderança do Sudeste no setor, responsável por dois terços da produção industrial  do país. A região Nordeste também mostra uma significativa elevação. O Norte e o Centro-Oeste têm a menor participação na produção industrial, mas outras atividades têm dinamizado a economia dessas regiões.
REGIÃO SUDESTE
  A indústria, no Brasil, concentrou-se no Sudeste devido à acumulação de capital proveniente da lavoura cafeeira, ao desenvolvimento das cidades e à infraestrutura criada durante o desenvolvimento da economia do café (portos, ferrovias, rodovias, energia elétrica etc.).  Nessa região, as maiores concentrações industriais estão situadas no estado de São Paulo, que abriga 40% da produção da indústria brasileira. A organização industrial da cidade de São Paulo espalhou-se pela área metropolitana e ao redor das grandes rodovias que cortam o estado.
  Ao longo da rodovia Presidente Dutra, na região do Vale do Paraíba, que se estende de São Paulo ao Rio de Janeiro, formou-se a maior concentração industrial do país. Nesse trecho, destaca-se a cidade paulista de São José dos Campos, um dos principais polos tecnológicos do país.
Fábrica da Embraer em São José dos Campos - SP
  As rodovias Anchieta e dos Imigrantes, além de cruzar a região conhecida como ABCD (Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema), na área metropolitana de São Paulo, atingem o polo petroquímico e siderúrgico situado no município de Cubatão.
  Próximo à rodovia Castelo Branco, a 80 km da capital do estado, merece destaque a cidade de Sorocaba, que possui um parque industrial diversificado: produção de componentes para o setor aeronáutico e eletrônico e indústrias mecânica, metalúrgica, de cimento, têxtil, alimentícia e outras.
Zona Industrial de Sorocaba - SP
  Também no interior, ligada à capital pelas vias Anhanguera e dos Bandeirantes, fica a cidade de Campinas, outro importante tecnopolo do país, formado em torno da Universidade de Campinas (Unicamp). A partir de Campinas, estrutura-se um importante eixo de industrialização do estado, que se subdivide em dois: um, pela rodovia Washington Luís, até a cidade de São José do Rio Preto, e outro, pela via Anhanguera, até Ribeirão Preto. No eixo de Washington Luís, no Parque Ecotecnológico de São Carlos, foi inaugurado recentemente a primeira fábrica de semicondutores do Brasil, produzindo chips de memórias ferroelétricas, para telefonia celular e cartões magnéticos de controle.
Universidade de Campinas (Unicamp) em Campinas - SP
  No Rio de Janeiro, além da região metropolitana e do Vale do Paraíba, onde se destaca Volta Redonda, a indústria se estende para as cidades serranas de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.
CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) em Volta Redonda - RJ
  Em Minas Gerais, a indústria concentra-se na Grande Belo Horizonte, com destaque para os distritos industriais de Betim (onde está instalada a Fiat) e Contagem. Ao sul de Belo Horizonte, situa-se o Quadrilátero Ferrífero, área de extração de minerais metálicos e produção metalúrgica e siderúrgica. Destacam-se ainda: em Ipatinga, na região do Vale do Aço, a siderurgia, com a Usiminas; no sul do estado, na região conhecida como Zona da Mata Mineira, a produção de laticínios; em Juiz de Fora, a fábrica da Mercedes-Benz; e em Uberaba e Uberlândia, na região do Triângulo Mineiro, atividades industriais diversificadas, em que predominam os frigoríficos. Ainda no sul de Minas, apesar de não constituir um polo industrial diversificado, destaca-se o tecnopolo da cidade de Santa Rita do Sapucaí, com indústrias de microeletrônica.
Fábrica da Fiat em Betim - MG
REGIÃO SUL
  As duas principais áreas industriais do Sul são o trecho entre a Grande Porto Alegre e Caxias do Sul (RS), e a região metropolitana de Curitiba (PR). As atividades têm se diversificado nas últimas décadas: no Paraná, instalaram-se montadoras de automóveis (Renault e Volkswagen-Audi, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba); Canoas (RS) e Araucária (PR) formam os dois polos petroquímicos do Sul do país. No Paraná destacam-se, ainda, as regiões metropolitanas de Londrina e Maringá.
Fábrica da Renault em São José dos Pinhais - PR
  Em Santa Catarina, destaca-se o Vale do Itajaí (Blumenau, Joinville, Itajaí e Brusque), onde predomina a produção têxtil, além de ser um dos principais polos produtores de softwares de gerenciamento de empresas do Brasil. Na região do litoral sul do estado, nas cidades de Criciúma, Tubarão, Imbituba, Cocal do Sul, Urussanga e Araranguá, desenvolvem-se tradicionalmente a indústria de cerâmica e a extração de carvão mineral. No interior de Santa Catarina, sobressai a produção frigorífica, com destaque para Concórdia (fábrica da Sadia) e Videira (fábrica da Perdigão).
Fábrica da Sadia em Concórdia - SC
REGIÃO NORDESTE
  A indústria nordestina representa cerca da décima parte do valor da produção industrial do país e concentra-se em torno de três regiões metropolitanas principais: Salvador (BA), Recife (PE) e Fortaleza (CE). Os setores dominantes são tradicionais, como as indústrias têxtil e alimentícia.
  Cerca de metade da produção industrial do Nordeste concentra-se na Bahia, na Grande Salvador, no Centro Industrial de Aratu (criado em 1967), que ocupa áreas dos municípios de Salvador, Simões Filho e Candeias, em torno da baía de Aratu, e reúne várias indústrias (eletrodomésticos, químicas, cerâmica, óleos vegetais, calçados etc.). Há também nessa área uma indústria de base de grande porte, a Usina Siderúrgica da Bahia (Usiba). Em Camaçari, também na Grande Salvador, situa-se o principal polo petroquímico da região Nordeste, além de uma montadora de veículos (Ford).
Centro Industrial e Porto de Aratu em Candeias - BA
  Na Grande Recife, destacam-se, entre outros distritos industriais, os de Cabo de Santo Agostinho, Abreu e Lima, Ipojuca, Paulista e Jaboatão dos Guararapes. No município de Ipojuca está sendo construída a Refinaria do Nordeste (Rnest) ou Refinaria Abreu e Lima, que será a primeira refinaria de petróleo inteiramente construída com tecnologia nacional. Há ainda o Complexo Industrial e Portuário de Suape, que tem atraído empresas interessadas, tanto em colocar seus produtos no mercado regional como em exportá-las. No interior do estado, destaca-se o Distrito Industrial de Caruaru, com grande produção têxtil.
Distrito Industrial de Caruaru - PE
  O Ceará abriga a fábrica da Jeep Troller do Brasil, no município de Horizonte. Além disso, o estado conseguiu atrair várias indústrias de outras regiões do país, sobretudo têxteis e de calçados, usando uma política agressiva de "guerra fiscal" e oferecendo mão de obra barata.
  Em relação à indústria de calçados, o mesmo aconteceu com a Bahia, onde algumas fábricas se instalaram no sudeste do estado. Na Bahia há também um polo industrial de informática e de indústrias eletroeletrônicas, em Ilhéus. Campina Grande, na Paraíba, abriga várias empresas de informática produtoras de software.
Fábrica da Troller em Horizonte - CE
REGIÕES NORTE E CENTRO-OESTE
  Nas mais extensas regiões do país predominam, em geral, indústrias tradicionais, especialmente de alimentos e bebidas, incluindo as agroindústrias. Na região Norte, porém, destaca-se a produção industrial concentrada na Zona Franca de Manaus. Criada em 1967, atraiu principalmente montadoras da indústria eletrônica. É expressivo, nessa região, o setor de mineração de ferro, localizado na Serra dos Carajás (PA); de alumínio, do Projeto Trombetas, em Oriximiná (PA), e de cassiterita, no estado de Rondônia, além da produção de gás natural no Vale do Juruá (AM).
Projeto Grande Carajás
  Na região Centro-Oeste, o estado com maior número de indústrias é Goiás, destacando-se a região metropolitana de Goiânia e o município de Anápolis, onde se encontram, entre outras, indústrias farmacêuticas e a montadora de automóveis Hyundai. Outra montadora que se instalou no estado foi a Nissan, na cidade de Catalão.
Fábrica da Hyundai em Anápolis - GO
FONTE: Lucci, Elian Alabi. Território e sociedade no mundo globalizado: geografia: ensino médio, volume 2 / Elian Alabi Lucci, Anselmo Lázaro Branco, Cláudio Mendonça. - 1. ed. - São Paulo: Saraiva, 2010. 


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Cresce o mercado de trabalho para engenheiros químicos



Profissional é fundamental na concepção de produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas
 
O mercado de trabalho para engenheiros químicos no Brasil tem bom potencial de crescimento para os próximos anos. Pela abrangência de áreas em que pode atuar esses profissionais com boa formação teórica e bons conhecimentos de química e outras ciências exatas, têm espaço garantido no mercado de trabalho. Para se ter uma ideia, há no Brasil cerca de 20 mil engenheiros com especialização em química, o que significa aproximadamente 3,5% do total de engenheiros e, a cada ano, cerca de 1.300 alunos formam-se nos cursos de engenharia química. Esse é um número pequeno quando comparado com outras profissões mais procuradas, deixando espaço aberto no mercado para alunos capacitados que serão futuros profissionais. Engenheiro químico é o profissional que elabora, executa e controla projetos de instalação e expansão de indústrias químicas. Ou seja, é ele quem participa de todas as etapas do processo de produção e transformação físico-química de substâncias em escala industrial. O campo de trabalho é amplo, devido à sua grande importância e atuação na concepção de produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas, podendo ser na área de inovação e pesquisa de novas tecnologias, melhoria de processos, engenharia de aplicação junto a clientes etc. Áreas como a petroquímica, alimentícia, farmacêutica, de cimento, mineral, siderúrgica e de produtos químicos industriais e cosméticos são alguns dos exemplos de onde este profissional pode atuar. Nestas indústrias, o engenheiro químico pode atuar em consultoria, projeto, processo, produção, qualidade, além de pesquisa e desenvolvimento.

Fonte: Brasil Profissões (http://brasilprofissoes.com)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Engenharia Química

Bacharelado

Engenharia Química é a melhor escolha?

É a área da engenharia voltada para o desenvolvimento de processos industriais que empregam transformações físico-químicas. O engenheiro químico cria técnicas de extração de matérias-primas, bem como de sua utilização ou transformação em produtos químicos e petroquímicos, como tintas, plásticos, têxteis, papel e celulose. Desenvolve produtos e equipamentos, além de pesquisar tecnologias mais eficientes. Projeta e dirige a construção e a montagem de fábricas, usinas e estações de tratamento de rejeitos industriais. Pesquisa e implanta processos industriais não poluentes, de acordo a normatização e o desenvolvimento sustentável.

O mercado de trabalho

O uso crescente de biocombustíveis e a instalação de usinas sucroalcooleiras no país são alguns dos fatores que aquecem esse mercado. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Brasil já é líder mundial na produção de etanol e pioneiro no estudo do biocombustível. A demanda é tanta que se prevê falta de profissionais. "Diante disso, as empresas estão buscando os alunos para retê-los como estagiários, treinando-os, para depois serem efetivados e trabalharem diretamente na área de projetos", afirma Suely Pereira Freitas, coordenadora do curso da UFRJ. O engenheiro químico também é solicitado para atuar na área ambiental. "A maior procura é na área de prevenção e tratamento de resíduos, para que não sobrecarreguem o meio ambiente", afirma a professora. O profissional pode atuar no setor petroquímico, sendo o responsável por todo o processamento que ocorre depois que o petróleo é extraído do poço, da separação entre gás, óleo, areia e água até a produção de combustíveis e derivados. Companhias de engenharia, como a Engevix, refinarias, como a Petrobras, além de empresas da área de papel e celulose, farmacêuticas, alimentícias, de aditivos químicos, têm demanda por esse engenheiro. Os polos industriais do Rio de Janeiro e de São Paulo, incluindo a cidade de Campinas e região, são os principais empregadores.

Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).

O curso

Física, química e matemática estão presentes no currículo durante todo o curso. Com os recentes avanços da biotecnologia, os conhecimentos de biologia vêm sendo incorporados ao currículo. A partir do terceiro ano, essas disciplinas passam a ser aplicadas a processos físico-químicos, nos quais o aluno aprende a identificar as reações, a analisar e a purificar compostos químicos e a projetar equipamentos relacionados com as diversas transformações que ocorrem na indústria química. As aulas em laboratório, inclusive no de informática, ocupam parte significativa da carga horária e são fundamentais para o estudante se familiarizar com os equipamentos industriais e se preparar para enfrentar problemas reais de uma fábrica. A realização de estágio e a apresentação de trabalho de conclusão de curso são obrigatórias.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Eng. de Prod. Quím.; Eng. Quím. (ênf. na fabric. de celulose e papel); Eng. Quím. e Ciên. Amb.

O que você pode fazer

Desenvolvimento

Criar produtos na indústria química, petroquímica e de alimentos e analisar sua viabilidade técnica e econômica. Aperfeiçoar o processo de fabricação ou beneficiamento de produtos, introduzindo novas tecnologias e adaptando as que estão em operação.

Meio ambiente

Definir normas e métodos de preservação ambiental. Reciclar e tratar resíduos industriais. Desenvolver tecnologias limpas.

Processo industrial

Planejar e supervisionar operações industriais, administrando as equipes e as diversas etapas de produção. Estudar e implantar métodos para aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir a segurança no trabalho.

Projetos

Projetar fábricas, determinar processos de produção, instalações e equipamentos, procedimentos de segurança e a logística de estocagem e movimentação de materiais.

Engenharia Química - Cursos de Graduação/Pós-graduação

Colonne distillazione: Wikipédia

Engenheiros Químicos projetam, constroem e operam plantas industriais
 

Alagoas

Amapá

Amazonas

Bahia

Ceará

Espírito Santo

Goiás

Maranhão

Minas Gerais

Pará

Paraíba

Paraná

Pernambuco

Rio de Janeiro

Rio Grande do norte

Rio Grande do Sul

Santa Catarina

 São Paulo

Referências

  1.  Portal da Engenharia Química: Universidade de Coimbra, acessado em 05 de outubro de 2008
  2.  www.uesc.br/   
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Petrobras: produção de petróleo e gás sobe 2,1% em maio.

Segundo a estatal, esse resultado ficou 2,1% acima do volume registrado no mesmo mês de 2009


A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil e no exterior em maio foi de 2.599.131 barris de óleo equivalente diários (boed). Esse resultado ficou 2,1% acima do volume registrado no mesmo mês de 2009, quando foram produzidos 2.546.553 boed, e se manteve no mesmo nível do volume total extraído em abril de 2010 (2.598.463 boed).
Considerando apenas os campos no Brasil, a produção média de petróleo e gás alcançou 2.351.993 boed. Esse volume representa um aumento de 1,8% em relação ao mesmo mês de 2009 e mantém-se estável em relação ao volume produzido em abril deste ano, quando foram produzidos 2.356.843 boed.
A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais chegou a 2.020.152 barris diários. Esse resultado reflete um crescimento de 1,5% em relação ao mesmo mês de 2009, quando foram produzidos 1.989.322, e foi 0,6% menor do que a do mês anterior (2.032.620 barris/dia), refletindo estabilidade nos níveis de produção.
O volume de petróleo e gás natural dos campos situados nos países onde a Petrobras atua no exterior chegou a 247.138 boed em maio, indicando um crescimento de 4,5% sobre maio de 2009. Contribuíram para o resultado a entrada em produção de novos poços nos campos de Akpo e de Agbami, ambos na Nigéria. Quando comparado com abril de 2010, o volume apresentou um aumento de 2,3%, devido à maior demanda pelo gás boliviano e à maior eficiência operacional no campo de Agbami.
A produção de gás natural dos campos nacionais atingiu 52 milhões 759 mil metros cúbicos diários em maio, ficando estável em relação ao mês anterior e ao mesmo mês de 2009.
A produção de gás natural no exterior foi de 16 milhões 214 mil metros cúbicos, registrando um decréscimo de 4,8%, quando comparado com maio de 2009, e um aumento de 5,8% em relação ao volume de abril deste ano. Contribuíram para o resultado positivo a maior demanda pelo gás boliviano.
Informações da Agência Petrobras de Notícias.

Petrobras: lucro no primeiro semestre passa de R$ 16 bi

O crescimento do lucro da estatal foi de 11% em relação ao primeiro semestre do ano passado


O lucro líquido da Petrobras alcançou R$ 16,021 bilhões no primeiro semestre do ano. Os números foram divulgados no início da noite desta sexta-feira (13) pela companhia. O crescimento foi de 11% em relação ao primeiro semestre de 2009, principalmente pelo aumento do preço do petróleo Brent, de US$ 51,60 o barril, no ano passado, frente a US$ 77,27 este ano. Também contou positivamente a recuperação dos volumes de venda no mercado interno, que cresceu 11%.
A produção de petróleo e gás no país subiu 3% em relação ao primeiro semestre do ano passado. De janeiro a junho deste ano, os investimentos da estatal totalizaram R$ 38,101 bilhões, o que representa crescimento de 17% ao investido em 2009.
O segundo trimestre de 2010 apresentou alta de 7% no resultado líquido, em relação aos três primeiros meses do ano. Segundo a Petrobras, isso ocorreu em consequência da queda nas despesas operacionais. Os resultados foram apresentados na sede da empresa pelo diretor financeiro e de Relações com os Investidores, Almir Barbassa.

Pré-sal: ANP e Petrobras entregam avaliação sobre barris

Os resultados obtidos foram entregues aos Ministérios da Casa Civil, da Fazenda e de Minas e Energia

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Petrobras entregaram hoje (19) as primeiras avaliações para definir o valor e a quantidade de barris de petróleo que serão repassados à estatal por meio do processo de cessão onerosa. Os resultados foram entregues aos Ministérios da Casa Civil, da Fazenda e de Minas e Energia.
Em nota emitida há pouco, os três ministérios afirmam que o governo pediu informações adicionais para a Petrobras e à ANP. De acordo com o comunicado, a União aguardará a conclusão dos laudos de certificação para definir os parâmetros da operação, mas o texto não menciona prazos.
A cessão onerosa é parte fundamental do processo de capitalização da Petrobras. Esse processo permitirá à estatal captar recursos para explorar o petróleo na camada pré-sal.
No fim do ano passado, a ANP contratou a Petrobras para fazer as perfurações que permitirão a coleta de informações sobre os reservatórios do pré-sal. A partir daí, a agência e a estatal definem as áreas a serem repassadas por meio da cessão onerosa.
Com base no volume que será cedido pela União à Petrobras, que pode chegar a 5 bilhões de barris de petróleo, uma empresa especializada e independente definirá o valor para essas reservas. Somente então será definido o valor que a estatal captará na bolsa de valores por meio de uma oferta privada de ações.

Pré-sal: ANP e Petrobras entregam avaliação sobre barris

Antes do aporte de capital, a parcela da empresa que pertencia ao Estado brasileiro era de 40%.

A União aumentou para 48% a sua participação no capital da estatal com o processo de capitalização da Petrobras. Antes do aporte de capital, a parcela da empresa que pertencia ao Estado brasileiro era de 40%.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta (24) que essa participação leva em conta as ações que pertencem ao Tesouro e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “A União não aumentou mais para dar chance aos minoritários”, afirmou o ministro.
Guido Mantega disse também que para aumentar sua participação, o governo investiu cerca de US$ 43 bilhões na empresa. Esse valor é equivalente ao montante pago pela Petrobras na cessão onerosa de barris de petróleo que serão retirados da camada pré-sal.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO

      O Decreto n° 85.877 de 7 de abril de 1981, regulamenta as atribuições do Engenheiro Químico e de outros profissionais. Uma síntese do texto está transcrita abaixo.

Decreto n ° 85.877 de 7 de abril de 1981.

Art. 3° - As atividades de estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais, na área de Química, são privativas dos profissionais com currículo da Engenharia Química.

Art. 1° O exercício da profissão de químico, em qualquer de suas modalidades, compreende:
  • I - direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das respectivas atribuições;
  • II - assistência, consultoria, formulações, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização relacionadas com a atividade de químico;
  • III - ensaios e pesquisas em geral, pesquisas e desenvolvimento de métodos e produtos;
  • IV - análise química e físico-química, químico-biológica, fitoquímica, bromatológica, químico-toxicológica, sanitária e legal, padronização e controle de qualidade;
  • V - produção e tratamento prévio e complementar de produtos e resíduos químicos;
  • VI - vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos, elaboração de pareceres, laudos e atestados, no âmbito das respectivas atribuições;
  • VII - operação e manutenção de equipamentos e instalações relativas à profissão de químico e execução de trabalhos técnicos de química;
  • VIII - estudos de viabilidade técnica e técnico-econômica relacionados com a atividade de químico;
  • XI - condução e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, montagens, reparos e manutenção;
  • X - pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais;
  • XI - estudo, elaboração e execução de projetos da área;
  • XII - estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais relacionados com a atividade de químico;
  • XIII - execução, fiscalização, montagem, instalação e inspeção de equipamentos e instalações industriais relacionados com a Química;
  • XIV - desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das respectivas atribuições;
  • XV - magistério, respeitada a legislação específica.


Art. 2 ° - São privativos do químico:
  • I- análises químicas ou físico-químicas, quando referentes a Indústrias Químicas;
  • II - produção, fabricação e comercialização, sob controle e responsabilidade, de produtos químicos, produtos industriais obtidos por meio de reações químicas controladas ou de operações unitárias, produtos obtidos através de agentes físico-químicos ou biológicos, produtos industriais derivados de matéria-prima de origem animal, vegetal ou mineral e tratamento de resíduos resultantes da utilização destas matérias-primas sempre que vinculadas à Indústria Química;
  • III - tratamento, em que se empreguem reações químicas controladas e operações unitárias, de águas para fins potáveis, industriais ou para piscinas públicas e coletivas, esgoto sanitário e de rejeitos urbanos e industriais;
  • IV - o exercício das atividades abaixo discriminadas, quando exercidas em firmas ou entidades públicas e privadas, respeitando o disposto no artigo 6 °:
    • a) análises químicas e físico-químicas;
    • b) padronização e controle de qualidade, tratamento prévio de matéria-prima, fabricação e tratamento de produtos industriais;
    • c) tratamento químico, para fins de conservação, melhoria ou acabamento de produtos naturais ou industriais;
    • d) mistura ou adição recíproca, acondicionamento, embalagem e reembalagem de produtos químicos e seus derivados, cuja manipulação requeira conhecimentos de química;
    • e) comercialização e estocagem de produtos tóxicos, corrosivos, inflamáveis ou explosivos, ressalvados os casos de venda a varejo;
    • f) assessoramento técnico na industrialização, comercialização e emprego de matérias - primas e de produtos de Indústria Química;
    • g) pesquisa, estudo, planejamento, perícia, consultoria e apresentação de pareceres técnicos na área da Química.
  • V - exercício nas indústrias, das atividades mencionadas no Art. 335° da Consolidação das Leis do Trabalho;
  • VI - desempenho de outros serviços e funções, não especificados no presente Decreto, que se situem no domínio de sua capacitação técnico - científica.
  • VII - magistério superior das matérias privativas constantes do currículo próprio dos cursos de formação de profissionais de Química, obedecida a legislação do ensino.


Art. 4° - Compete ainda aos profissionais de Química, embora não privativo ou exclusivo, o exercício das atividades mencionadas no Art. 1° , quando referentes:
  • a) laboratórios de análises que realizem exames de caráter químico, físico-químico, químico-biológico, fitoquímico, bromatológico, químico-toxicológico, sanitário e químico legal;
  • b) órgãos ou laboratórios de análises clínicas ou de saúde pública ou a seus departamentos especializados, no âmbito das suas atribuições;
  • c) estabelecimentos industriais em que se fabriquem insumos com destinação farmacêutica para uso humano e veterinário, insumos para produtos dietéticos e para cosméticos, com ou sem ação terapêutica;
  • d) firmas e entidades públicas ou privadas que atuem nas áreas de química e de tecnologia agrícola ou agropecuária de Mineração e de Metalurgia;
  • e) controle de qualidade de águas potáveis, de águas de piscina, praias e balneários;
  • f) exame e controle da poluição em geral e da segurança ambiental, quando causados por agentes químicos e biológicos;
  • g) estabelecimentos industriais em que se fabriquem produtos cosméticos sem ação terapêutica, produtos de uso veterinário sem indicação terapêutica, produtos saneantes, inseticidas, raticidas, anti-sépticos e desinfetantes;
  • h) estabelecimentos industriais que fabriquem produtos dietéticos e alimentares;
  • i) segurança do trabalho em estabelecimentos públicos ou particulares, ressalvada a legislação específica;
  • j) laboratórios de análises químicas de estabelecimentos metalúrgicos.
Art. 8° - Cabe ao Conselho Federal de Química expedir as resoluções necessárias à interpretação e execução do disposto neste Decreto.


Como informação complementar, a Resolução n° 2181 de 29 de junho de 1973 (anterior portanto ao Decreto acima resumido), do CONFEA, estabelece para o Engenheiro Químico, todas as atribuições de um Engenheiro de outras modalidades ( Art 17° ), "referentes à indústria química e petroquímica e de alimentos; produtos químicos; tratamento de águas e instalações de tratamento de água industrial e de rejeitos industriais; seus serviços afins e correlatos."




Engenharia Química - Descrição da Profissão

     A Engenharia Química é o ramo da Engenharia ligado aos processos industriais em que diferentes matérias-primas são transformadas em produtos de maior interesse industrial. Essa transformação se dá em etapas, desde o tratamento da matéria prima ao processamento, separação e purificação dos produtos. O conjunto de todas as etapas constitui o processo. O projeto, construção e operação das plantas industriais para a fabricação dos produtos, bem como o desenvolvimento de novos processos e produtos são atribuições do Engenheiro Químico.
      A Engenharia Química ocupa uma posição privilegiada e de grande responsabilidade, em relação à abordagem e solução de problemas tecnológicos relevantes para a humanidade, direcionados a áreas vitais como água, alimentos, energia e ambiente, em que o esforço científico e tecnológico visa a obtenção de novas fontes e o desenvolvimento de processos econômicos de produção, purificação, geração, distribuição e preservação.
      Compete ao Engenheiro Químico o desempenho de atividades referentes à indústria química e petroquímica, de alimentos, produtos químicos, tratamento de água e rejeitos industriais. Mais especificamente, o Engenheiro Químico poderá atuar nas áreas: Aromatizantes e Aditivos alimentares, Açúcar e do Amido, Agroquímicas; Bebidas; Cerâmica, Cimento e Vidro; Farmacêutica; Fermentação (álcool, cerveja, lácteos, etc.), Perfumes, Sabões e Detergentes, Fertilizantes, Nucleares, Polpa de celulose e Papel; Plásticos, Processamento e Refino do Petróleo, Petroquímica incluindo Gás Natural e Carvão, Alimentos, Tintas.
      O Engenheiro Químico poderá atuar em empresas públicas ou privadas, órgãos de assessoria, institutos de pesquisa , universidades e também como profissional autônomo, tanto como empresário, como prestando assistência, assessoria e consultoria a empresas.
      Em termos de pós-graduação, o profissional de Engenharia Química poderá também realizar mestrado e doutorado em áreas afins como: Engenharia de Alimentos, Engenharia Ambiental, Educação Ambiental, Engenharia de Produção e Sistemas, Administração, Economia, Engenharia Bioquímica, Engenharia Biomédica, Engenharia de Materiais, Engenharia Nuclear, Engenharia de Minas, Controle de Processos, Informática, Engenharia Metalúrgica, Energia Térmica, Ciência Espacial e Atmosférica.

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