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sábado, 2 de novembro de 2013

Califórnia quer produzir etanol de cana-de-açúcar

Patricia Barci, de Ribeirão Preto

Um condado chamado Imperial, no Estado americano da Califórnia se reunirá esta semana para avaliar a possibilidade de cultivar cana-de-açúcar para produção de etanol


Um condado chamado Imperial County, no Estado americano da Califórnia se reunirá esta semana para avaliar a possibilidade de cultivar cana-de-açúcar para produção de etanol.

O conselho administrativo do condado se reunirá com os moradores para colocar o projeto em votação. A proposta do conselho é que cerca de dez por cento das terras do condado sejam usadas para o plantio de cana com esse propósito. Desta forma, espera-se que tenha grande impacto na comunidade agrícola, já que a intenção é cultivar cerca de 70 mil hectares de cana. O município ocupa uma área de 11.608 km² com uma população de pouco mais de 174 mil habitantes.


Ray Castillo, presidente do conselho anunciou à imprensa local que acredita que a região pode tornar-se a maior produtora de etanol derivado de cana, da Costa Oeste, caso a proposta seja aprovada.

De acordo com informações do USDA - Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, (sigla em inglês), existem poucas unidades produtoras de etanol de cana nos Estados Unidos, onde quase 97% do etanol é produzido a partir do milho.

O Estado da Califórnia é considerado por muitos o mais promissor para o plantio de cana nos Estados Unidos. Um grupo chamado California Ethanol & Power, em 2007, já havia demonstrado a mesma intenção na região de Imperial County. Tanto que a região já abriga algumas unidades produtoras de etanol instaladas à época. Não se sabe no entanto, se a cana produzida será esmagada nestas destilarias, ou se outras unidades serão construídas para esta finalidade.

Fonte: ProCana Brasil

domingo, 21 de julho de 2013

Novo etanol entra no mercado até março de 2014, dizem pesquisadores

Fábrica de Araucária, no PR, contribuiu para desenvolver etanol de celulose.
Combustível é produzido com os bagaços de cana, milho e eucalipto.

Redação: Silvia Cordeiro Do G1 PR

Gerente de pesquisa e desenvolvimento da empresa, Thomas Rasmussen, diz que a pesquisa é feita há 10 anos (Foto: Silvia Cordeiro/G1PR)
Gerente de pesquisa e desenvolvimento da empresa,
Thomas Rasmussen, diz que a pesquisa é feita há
10 anos (Foto: Silvia Cordeiro/G1)
Os veículos que circularem pelo Brasil a partir do primeiro trimestre de 2014 vão poder usar um novo combustível. A notícia vem de uma multinacional com sede em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná. Além do álcool e da gasolina, surge o etanol de segunda geração, que está sendo produzido para colaborar com o meio ambiente, ser mais barato e com eficiência semelhante ao etanol comum, como explicam os pesquisadores.
De acordo com um dos gerentes da empresa, Ricardo Blandy, este combustível é feito à base de resíduos agrícolas, como o bagaço de cana-de-açúcar e o amido de milho. “Hoje, o álcool é feito da própria cana e do próprio milho. O que sobra desses materiais, não é utilizado. Nós encontramos uma tecnologia que converte esses resíduos em combustível”, explica.
“O trabalho não é igual a produção de álcool comum”, revela o gerente de desenvolvimento e pesquisa, Thomas Rasmussen. Há 10 anos, pesquisadores têm trabalhado para desenvolver o etanol de celulose ou de segunda geração. Ele conta que foi necessário buscar na natureza um fator que pudesse reagir e transformar os resíduos em combustível, que são as enzimas.
Segundo Rasmussen, com base nisso, a empresa desenvolveu uma matéria-prima, que deve ser negociada com as usinas interessadas em fabricar o novo etanol. Por enquanto, o trabalho está sendo feito em pequena escala, apenas para experimento.
A primeira usina a começar a produzir o etanol de segunda geração em larga escala é do estado de Alagoas, no nordeste do país. “Outras quatro empresas já anunciaram publicamente que devem produzir o combustível a partir do ano que vem”, conta o gerente.
Benefícios

Os pesquisadores afirmam: o etanol de celulose possui vários benefícios. Um deles é reduzir o impacto ambiental com a reutilização dos resíduos. “O Brasil tem disponível de biomassa [resíduos de produção] um volume suficiente que seria capaz de dobrar a produção de álcool atual”, explica Blandy. Segundo ele, este material está sendo jogado no lixo por não existir indústria que o reutilize.

O gerente conta que, na safra 2012/2013, a produção de álcool comum no país foi de 22 bilhões de litros. “A vantagem é a de que o produtor não vai precisar aumentar a área de plantação e vai utilizar apenas os resíduos que sobram na usina”, esclarece. Rasmussen complementa que o custo logístico será mínimo com um incremento de 30% no resultado da produção da usina.
Bagaço de cana-de-açúcar é uma das matérias-primas do etanol de segunda geração (Foto: Silvia Cordeiro/G1PR)Bagaço de cana-de-açúcar é uma das matérias-primas do
etanol de segunda geração (Foto: Silvia Cordeiro/G1)
Com a economia, é esperado também o benefício para o consumidor. Blandy conta que o custo de produção será de 10% a 15% mais barato do que o etanol de primeira geração, o que deve refletir no preço final do novo combustível.
Outra vantagem, segundo o gerente, é a de não competir com o setor de alimentos. “Quando você planta cana-de-açúcar para produzir álcool, você está deixando de produzir açúcar ou outros alimentos baseados em glicose. Mesma coisa com o milho. Você acaba competindo com um mercado, gerando impacto na alimentação da população. Quanto mais álcool, menos alimento”, explica. A utilização total da produção tende a não causar desperdícios.
Para o professor do departamento de Química da Universidade Federal do Paraná(UFPR), Luiz Pereira Ramos, a nova tecnologia vai trazer vantagens econômicas para o Brasil. “O país tem toda a condição do mundo de ocupar um lugar muito importante no mercado exterior. Novas indústrias podem se instalar aqui”, afirma. Ramos ainda acredita que o etanol de segunda geração vai diminuir o uso de petróleo, que será utilizado para outros fins.
Etanol de segunda geração é produzido em pequena escala para estudos (Foto: Silvia Cordeiro/G1PR)Etanol de segunda geração é produzido em pequena
escala para estudos (Foto: Silvia Cordeiro/G1)
Sem ciclo de cana

No Brasil, a cana-de-açúcar é a principal matéria-prima para a produção do álcool. Segundo Rasmussen, como o ciclo é curto - de abril a novembro -, a empresa sugere às usinas a produzirem etanol de celulose com o bagaço de eucalipto, para não ficarem inativas. “A tecnologia é a mesma em todo o mundo. O diferencial é de que aqui é possível utilizar uma matéria-prima que pertence à própria natureza”, acrescenta.

O professor também sugere a produção do novo etanol utilizando outras fontes. “Tendo como base a celulose, você pode aproveitar o lixo, como o papelão. Além disso, é possível reutilizar resíduos agroflorestais, casca de arroz, sabugo de milho, entre outros materiais”, comenta.
Disponível em: G1

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Desafio mostra benefícios do sorgo sacarino para a produção de etanol


Projeto pioneiro da CanaVialis e empresas parceiras mostra a capacidade comercial do sorgo sacarino
Na década de 1980, o sorgo sacarino foi introduzido no Brasil como uma alternativa para a produção de etanol durante a entressafra de cana-de-açúcar. A iniciativa foi promovida pelo Proálcool, programa desenvolvido pelo Governo Federal para incentivar o uso do álcool e de outras fontes energéticas como uma alternativa à gasolina, em um período de crise petrolífera mundial. No entanto, no início, a produção em larga escala dessa matéria-prima não teve sucesso, pois não havia híbridos adequados às peculiaridades regionais brasileiras. Hoje, trinta anos depois, o sorgo sacarino pode se tornar uma realidade comercial devido aos avanços tecnológicos obtidos no setor e ao esforço da CanaVialis, marca da Monsanto de melhoramento genético e tecnologias para cana-de-açúcar e sorgo sacarino.
Para demonstrar a importância dessa cultura para o setor sucroenergético, a CanaVialis lançou, no final de janeiro, o Desafio de Produtividade Sorgo Sacarino, um projeto pioneiro desenvolvido em quatro usinas paulistas e uma em Goiás contando com a parceria das empresas Case IH e Novozymes. O projeto, que vai até junho de 2013, demonstrará a capacidade de produção comercial desse tipo de sorgo, pois entre março e abril - meses em que a cana-de-açúcar ainda se encontra em estado de desenvolvimento vegetativo - essa cultura pode ser uma alternativa para a produção de etanol.
“O sorgo sacarino tem condições de produzir mais de 2.500 litros de etanol por hectare durante o período de entressafra da cana-de-açúcar. O desenvolvimento dessa cultura gerará uma melhoria na produtividade da cana-de-açúcar ao proporcionar a sua colheita em período mais favorável”, diz Vagner Kogikoski, gerente de Marketing da CanaVialis.
Para o desafio, foram instalados cinco campos experimentais, cada um deles com aproximadamente 20 hectares, nas cidades paulistas de Clementina, Catanduva, Igarapava, Piracicaba e em Quirinópolis, todas em Goiás. Os municípios foram escolhidos pela CanaVialis com base na necessidade de viabilização da matéria-prima durante o período de entressafra da cana-de-açúcar.
Durante o projeto, a CanaVialis fará o manejo agrícola e o acompanhamento técnico dedicado em todas as áreas selecionadas. Ao todo, participam da ação mais de 20 profissionais da Monsanto, divididos nas áreas de Marketing, Vendas, Desenvolvimento Tecnológico, Comunicação e Recursos Humanos. A parceira Case IH, líder no setor de máquinas agrícolas, fornecerá os equipamentos, além de prestar consultoria na produção das áreas comerciais. Já a Novozymes, líder mundial em bioinovação, será a responsável pelo fornecimento de enzimas e pela recomendação de uso às usinas que participam da ação.
O híbrido selecionado para o projeto Desafio de Produtividade Sorgo Sacarino é o CV568, lançado em 2012. Ele está disponível comercialmente para a safra 2012/2013 e seus principais diferenciais agronômicos são a amplitude de colheita e o alto potencial produtivo. “Atualmente, somos líderes do segmento, mas queremos ampliar ainda mais o uso do sorgo sacarino como alternativa viável à produção de etanol no país”, explica José Carramate, gerente de estratégia para EMEA, Ásia e África e ex-líder de negócios de Cana-de-Açúcar da Monsanto do Brasil.
Fonte: Monsanto em campo.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Biorreator obtém vinhaça mais limpa para adubação do solo


Vinhaça "in natura" e vinhaça tratada com o fungo "Pleurotus sajor-caju"
A vinhaça é um resíduo obtido após o processo de produção do etanol a partir da fermentação do mosto (o caldo proveniente da cana-de-açúcar prensada) e da destilação do vinho proveniente da cana. “O tratamento do líquido no equipamento é feito utilizando-se fungos da podridão branca. Alguns deles são classificados como comestíveis, como os pertencentes ao gênero Pleurotus”, explica o biólogo Luiz Fernando Romanholo Ferreira, que demonstrou a tecnologia em sua tese de doutorado.
De acordo com o pesquisador, o equipamento traz duas vantagens em relação aos métodos tradicionais de tratamento da vinhaça. Além de se obter um produto mais adequado para a adubação, os fungos poderão servir para a alimentação animal. “Estudos sobre tais aspectos ainda deverão ser feitos, mas ao que tudo indica, os fungos poderão ser reaproveitados para a alimentação animal”, adverte Romanholo. Ele é autor da pesquisa Biodegradação de vinhaça proveniente do processo industrial de cana-de-açúcar por fungos, apresentada na Esalq em 2009 sob orientação da professora Regina Teresa Rosim Monteiro, do Laboratório de Ecologia Aplicada do Cena. O estudo foi realizado no programa de Pós-Graduação em Microbiologia Agrícola da Esalq.
Contaminação do lençol
Vinhaça "in natura" e vinhaça tratada com posterior filtração
Romanholo explica que a vinhaça obtida no processo de produção do etanol é rica em potássio e, usada na fertirrigação, pode percolar no solo e contaminar o lençol freático quando aplicada de maneira inadequada. “Ao consumir a água contaminada, a pessoa poderá adquirir algumas doenças, como a hipercalemia, caracterizada pelo nível de potássio acima do normal na corrente sanguínea”, explica.
Os experimentos com o biorreator também possibilitaram a obtenção de um líquido com um odor mais agradável. Normalmente, a vinhaça sem tratamento possui cheiro forte e ácido e uma coloração marrom escura. Como explica o biólogo, a melanoidina contida na vinhaça é um dos principais responsáveis pela sua cor. “Os fungos atuam na descoloração e o produto obtido após a degradação no biorreator apresenta uma cor clara, amarelada”, descreve Romanholo.
Ele explica que os fungos são capazes de produzir enzimas de interesse biotecnológico, como a lacase e a manganês peroxidase, que possuem a capacidade de degradar moléculas recalcitrantes, de difícil de degradação, presentes no resíduo.
Escala piloto
As pesquisas de Romanholo possibilitaram o desenvolvimento de um biorreator (do tipo Air-lift) em escala laboratorial que tem a capacidade de tratar 7 litros de vinhaça. Para se ter uma idéia, nas usinas que produzem etanol, para cada litro de álcool são obtidos entre 8 e 18 litros de vinhaça. “Em testes laboratoriais obtivemos sucesso. Pretendemos ainda este ano desenvolver um reator em escala piloto. Para tanto, esperamo contar com a cooperação de Usinas produtoras de etanol que tenham interesse em agregar valor a este importante resíduo”, avisa o biólogo.
Nos tratamentos convencionais do líquido, segundo o pesquisador, ainda não se obteve uma vinhaça tão limpa. “Testamos, inclusive, a toxicidade  após o tratamento fúngico com organismos aquáticos de diferentes níveis tróficos e os resultados foram excelentes”, garante Romanholo. Além disso, segundo ele, as qualidades da vinhaça após o tratamento biológico visam atender a uma norma estabelecida pela Cetesb. A entidade recomenda o tratamento da vinhaça antes da mesma ser lançado ao solo para a fertirrigação.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Petrobras Biocombustível e Tereos inauguram destilaria de etanol

Investimento de R$ 30,8 milhões adiciona 110 milhões de litros de etanol ao ano. Mesmo assim, governo reduz a mistura do combustível na gasolina vendida nos postos

Por: Maurício Ferla, repórter do Portal Transporta Brasil
Investimento para nova unidade de produção foi de R$ 30,8 milhões
A Petrobras Biocombustível e a Tereos Internacional, por meio da Guarani, iniciaram a operação de uma destilaria de etanol em Colina (SP). A usina fabricava somente açúcar e passa agora a produzir etanol para atender à crescente demanda do mercado nacional pelo produto.Essa demanda está tão alta que o Brasil terá que importar cerca de 2 bilhões de litros de etanol de milho dos Estados Unidos, além de reduzir a mistura de etanol na gasolina, que era de 25% e passará a 20%.

O investimento na nova unidade produtiva foi de R$ 30,8 milhões e elevou a capacidade da destilaria no interior paulista a 500 mil litros de etanol por dia, o que corresponde a 110 milhões de litros por ano. Porém, a expectativa é que na safra 2011/2012 a produção seja de menos da metade da capacidade instalada com apenas 44 milhões de litros de etanol.

Para o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, o início da produção na destilaria faz parte do movimento de retomada de investimentos no setor. “Estamos contribuindo para migrar de um ambiente de crise de oferta para um cenário de produção sustentável de etanol”, afirmou ele, que revelou ainda que a destilaria em Colina faz parte do conjunto de investimentos da ordem de R$ 800 milhões aprovados para o estado de São Paulo através da Guarani.

De acordo com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a Petrobras sairá de 5% de participação para 12% do mercado brasileiro de produção de etanol, lembrando a meta do Plano de Negócios 2011-2015 da Companhia, aprovado pelo Conselho de Administração da estatal, grupo do qual ele próprio faz parte.

O presidente da Tereos Internacional, Alexis Duval, informou que a unidade iniciou suas operações em 2003 processando 1,5 milhão de toneladas de cana-de-açúcar. Com os investimentos desde 2006, alcançou capacidade para processar 4 milhões de toneladas de cana.

Consumo em alta

O governo decidiu ontem reduzir de 25% para 20% o teor de álcool anidro misturado à gasolina vendida nos postos do país. A medida será tomada para tentar evitar a falta de etanol no mercado –o preço do combustível tem aumentado muito nas últimas semanas e inflado o preço da gasolina no País. A expectativa do governo é de que esse aumento da disponibilidade do combustível no mercado não haja risco de desabastecimento e que a gasolina mantenha o preço, item que impacta no índice de inflação oficial.

Segundo o ministro Lobão, a medida passa a valer a partir do próximo mês e não há data para ser revertida, será mantida enquanto for considerada necessária pelo governo para evitar escassez.

“Temos que garantir o abastecimento para esse ano e para o próximo. Sabemos se a safra do próximo ano não será muito melhor que a atual”, afirmou Lobão, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e com os ministros Fazenda, Guido Mantega, o da Agricultura, o recém-empossado Mendes Ribeiro e da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

A promessa é de que essa não será a única medida governamental para atender a crescente demanda pelo combustível, que explodiu com a criação dos carros bicombustível. Entre essas novas ações, Lobão afirmou ainda que a Fazenda deve anunciar nos próximos dias medidas de financiamento e desoneração para o setor de etanol.

Essa necessidade de redução do etanol acontece em plena safra, época em que o preço é mais baixo, em São Paulo, por exemplo, o litro desse combustível poderia ser encontrado por cerca de R$ 1 há dois anos, atualmente o combustível está na casa de R$ 1,85 pelo mesmo volume. O litro do hidratado está saindo da usina por R$ 1,24 e o do anidro por R$ 1,43, ambos sem frete e impostos, de acordo com dados da última sexta-feira. Esse valores indicam alta de 49,9% e de 47,9% respectivamente, quando comparados aos do ano passado.

Na semana passada, a Única, entidade que representa as usinas produtoras de álcool e açúcar, divulgou queda de 12% na moagem de cana –40,4 milhões de toneladas a menos– e de 31% na produção do hidratado –3,4 milhões de litros do combustível a menos circulando no mercado.

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