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O Programa COFPISNE Sustentável foi criado para o controle e redução aos impactos ambientais.

Sua meta é fazer a revitalização da Caatinga e do Rio São Francisco nos perímetros do Projeto.

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O SINPISBA irá gerar mais de 80 Mil empregos diretos e indiretos na Região de Irecê.

Sua meta é beneficiar inicialmente mais de 10 Mil pequenos agricultores familiares nos perímetros do Projeto.

Em busca das grandes conquistas hoje e sempre à benefício dos nossos filhos e netos.

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sábado, 24 de maio de 2014

Governo do Estado da Paraíba incentiva pesquisas para produção de leite de cabra

O leite de cabra chega a ter 30% menos colesterol que o de vaca, além de possuir menor teor de açúcar.

O leite de cabra é um alimento com excelentes benefícios nutricionais e pode produzir produtos derivados com alta qualidade gastronômica. Visando aumentar a regularidade da oferta de leite e desenvolver modelos de sistemas de produção, o Governo do Estado da Paraíba incentiva pesquisas desenvolvidas pela Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa-PB), por meio do Programa “Desenvolvimento de Sistemas Eficientes de Produção de Leite Caprino no Semiárido – Sisleite”, para oferecer tecnologias sustentáveis para que o agricultor familiar invista na produção de leite caprino.

As pesquisas que estão sendo realizadas em parceria com a as Universidades Federais da Paraíba (UFPB) e de Campina Grande (UFCG) já demonstram resultados promissores, pois desde a execução do Programa Sisleite, que faz parte do Projeto Agrocapri, há produção de leite de cabra durante todo o ano, o que não acontecia devido à irregularidade no ciclo reprodutivo, ocasionada pelo baixo nível nutricional dos rebanhos.



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De acordo o coordenador do Sisleite, Edgard Pimenta, os animais têm como fontes de alimentação a silagem de sorgo, o feno e a caatinga, além dos concentrados. E uma das ações do Programa, que foi custeado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), prevê que a quantidade de alimento conservado alimente o dobro de animais. Isso permitirá que o caprino esteja bem nutrido, se reproduza regularmente e estabilize a produção de leite no semiárido.

“A regularidade de oferta da produção de leite de cabra poderá sustentar a indústria. Isso porque as cabras têm três épocas de parição ao invés de uma. Além disso, estão sendo introduzidas técnicas para baratear algumas fases do custo de produção, já que a ideia é que o produtor rural possa aplicar as tecnologias e conhecimento à realidade local, com instalações rentáveis”, complementa Edgard.

O leite de cabra chega a ter 30% menos
colesterol que o de vaca, além de
possuir menor teor de açúcar.
Atualmente, o consumo de leite de cabra não tem uma cadeia produtiva bem caracterizada, já que, praticamente, seu único comprador é o Governo do Estado. A ideia do Sisleite é que esse sistema venha servir de base para uma cadeia produtiva dentro do mercado privado, oferecendo produtos diferenciados e de qualidade, como, por exemplo, queijos finos e iogurte.

De acordo com o presidente da Emepa, Manoel Duré, esse projeto é mais um apoio do Governo do Estado ao Programa de Leite da Paraíba, que visa promover a melhoria da qualidade de vida das famílias de baixa renda, através da distribuição do alimento para combater a fome e a desnutrição infantil. Atualmente, a Paraíba já produziu em torno de 20 mil litros de leite de cabra por dia, devido à introdução de tecnologias dentro do sistema de produção.

No Brasil, o mercado de fato nunca foi trabalhado de maneira consistente para o consumo de leite de cabra e de seus derivados. Em países onde tem caprinocultura leiteira, o queijo de cabra é o primeiro produto a ser vendido. Aqui no País, colocaram para ser o principal produto o leite líquido, concorrendo com o mercado consumidor de leite de vaca. Mas o que deveria ser trabalhado era o queijo, compatível com o mercado internacional.

Segundo o coordenador do Agrocapri, Wandrick Hauss de Sousa, a partir do próximo ano, a Emepa estará trazendo produtores para acompanhar as tecnologias e pesquisas que estão sendo trabalhadas nas Estações Experimentais, de modo que eles possam utilizá-las. O objetivo desse intercâmbio de conhecimento é desenvolver um modelo que seja 100% ajustado às condições dos produtores.

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Secom-PB

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Tipos de Poluição do Solo

Você já parou para pensar quais poderiam ser os principais motivos de tanta incidência de câncer na população? Talvez esta redação possa lhe auxiliar nesta resposta. 
A camada mais fina da crosta terrestre é o solo que fica na sua superfície externa. Em geral essa camada é bem rica em substâncias nutritivas e é o local em que os vegetais se desenvolvem. Porém, quando o solo em questão está poluído acaba resultando em alimentos “envenenados”. Daí a importância de conhecer as fontes de poluição do solo e reduzi-las.
Em geral a poluição do solo pode ter várias causas, porém, uma das principais é o uso de produtos químicos (agrotóxicos) na agricultura. A função dos agrotóxicos é fertilizar o solo, destruir pragas e também eliminar as ervas daninhas. Esses produtos cumprem e muito bem o seu papel, porém, eles também são responsáveis por danos ambientais terríveis que alteram o equilíbrio do solo e envenenam os animais através da cadeia alimentar.
Existem outras fontes de poluição que são tão ou mais perigosas que os agrotóxicos. Agora que você tem uma ideia de como a poluição do solo pode destruir vários tipos de vida de um ecossistema confira quais são as principais fontes dessa poluição.

Uso Excessivos de Fertilizantes

Os fertilizantes ou adubos sintéticos passaram a fazer parte do cultivo agrícola devido a necessidade de aumentar a produção de alimentos. O crescimento da população criou um aumento bem significativo na demanda da produção de alimentos. Por isso o uso desse tipo de adubo sintético se tornou tão comum.
O grande problema é que esses fertilizantes contêm impurezas que podem fazer a contaminação do solo. Para se ter uma ideia a indústria que produz fertilizantes retira quantidades elevadas de nitrogênio do ar e também de fosfato das rochas. O uso excessivo de fertilizantes acaba gerando um desequilíbrio ecológico.
Os agentes de decomposição não conseguem fazer a reciclagem do fertilizante na proporção em que são despejados no solo.  Isso provoca o processo chamado de eutrofização e ainda alterações que tem como característica principal o decréscimo de matérias orgânicas e também a retenção de água.

O Uso de Praguicidas

Outra fonte de poluição do solo é o uso de praguicidas ou defensivos agrícolas. Basicamente são substâncias venenosas que são utilizadas para combater pragas e organismos que são considerados nocivos para o ser humano.

Dentre os principais praguicidas destacamos:

  • Herbicidas
  • Os herbicidas têm como função matar as ervas daninhas (os parasitas das plantas).
  • Fungicidas
  • A sua função é fazer o combate de fungos parasitas.
  • Inseticidas
  • Os inseticidas são usados contra os insetos.
  • Neumatócidos
Essas substâncias fazem o controle dos neumatócidos parasitas.
O grande problema de usar essas substâncias é que elas são bem pouco específicas e assim acabam fazendo a destruição tanto as espécies que são nocivas e aquelas que são úteis. Outro problema bastante significativo em relação aos defensores químicos é que eles vão se acumulando ao longo das cadeias alimentares.
Como exemplo imagine que minhocas se alimentaram de uma grande quantidade de folhas mortas e assim acabaram ingerindo partículas do solo. Elas acumularam uma quantidade significativa de inseticidas clorados. Na sequência aves se alimentam dessas minhocas, galinhas, por exemplo. Essas galinhas acabam ingerindo também grandes concentrações de veneno e assim por diante.

O Controle Biológico Como Solução

Uma forma de evitar essa contaminação do solo através dos defensores químicos é usar o chamado controle biológico. Trata-se de combater as pragas usando os seus inimigos naturais, que podem ser predadores ou então parasitas. Um exemplo disso é a criação de vírus transgênicos que são desenvolvidos para que quando entram em contato com fumaça ou gases ataquem somente determinadas larvas ou insetos.
Nesses casos os vírus se mostram inofensivos para as demais espécies e se autodestroem quando o seu trabalho tóxico já tiver terminado. Há ainda a possibilidade de usar ferormônios naturais, mensagens químicas que afetam o comportamento de espécies específicas.

O Lixo Como Fonte de Poluição do Solo

Em geral o lixo urbano é constituído de forma predominante de matéria orgânica e devido a isso sofre uma intensa decomposição. O lixo pode ter quatro destinos que são os lixões, os aterros sanitários, a compostagem ou a incineração.

Lixões

Nesse caso o lixo é simplesmente levado para terrenos baldios em que fica exposto e acaba sendo aproveitado por pessoas que vivem de catar lixo. Essas pessoas têm grandes chances de contrair doenças. Além do mal que esse lixo pode causar para os seres humanos é importante destacar que podem causar grandes estragos para o solo.
O lixão além de uma intensa proliferação de moscas e outros insetos também produz o chamado chorume, um líquido que é resultante do processo de decomposição do lixo e que polui o solo e também os lençóis de água.

Aterro Sanitário

O aterro sanitário é uma forma barata de eliminar os resíduos do lixo, porém, depende da existência de um local que seja adequado. Basicamente o método consiste em armazenar os resíduos de lixo de forma que sejam dispostos em camadas em locais que sejam escavados.
O grande problema está na possibilidade de que haja contaminação das águas subterrâneas e também do solo.

Incineração

Os chamados incineradores são fornos que utilizados para queimar resíduos. Porém, mais do que simplesmente produzir calor esses incineradores geram óxidos de enxofre, nitrogênio e dióxido de carbono. Esses elementos podem ser usados na fabricação de fertilizantes.

Compostagem

O processo chamado de compostagem é aquele em que o material orgânico do lixo passa por um tratamento biológico no qual se tem o chamado “composto”. Esse material passa a ser utilizado para fazer a fertilização e recondicionamento do solo.

O Lixo Tóxico

Um dos problemas mais comuns de aterros sanitários, pois não existe o processo de seleção do lixo e assim produtos perigosos podem acabar sendo aterrados junto com o lixo comum. Um fato que causa inúmeros danos ao lençol freático, uma camada em que os espaços do solo são preenchidos com água.

O Lixos Radioativos

O lixo radioativo é aquele produzido pelas usinas nuclearem e causam inúmeros danos a saúde. A composição do solo é feita por quatro partes que são água, ar, matéria orgânica e matéria mineral. Os minerais acabam se misturando com os demais, se houver a presença de lixo radiativo não tenha dúvida que ele irá se misturar ao solo.
A poluição dos solos ocorre pela interação indevida do homem com os recursos naturais, prejudicando diretamente a vida e o meio ambiente, através principalmente do derramamento de produtos tóxicos como os agrotóxicos utilizados nas plantações e mais ainda pelo acúmulo sem planejamento do lixo urbano, que além de poluir o solo, contamina outros elementos do ecossistema.
A poluição do solo é proveniente de duas origens, uma delas é a poluição urbana, que com a presença do homem despejando detritos e lixo de uma maneira sem planejamento, acaba por poluir o ar e o solo desta maneira e também através do lançamento de substâncias químicas e dos derivados de petróleo contaminam o solo saudável.

Lixo
Já a poluição agrícola tem origem principalmente na utilização dos agrotóxicos, que são utilizados pelos agricultores como proteção para suas plantações contra pragas e para que o solo aumente sua capacidade fértil, e, em menor parte pelas técnicas brutas de produção, como a atividade de curtumes, a destinção irregular do sub produto da cana, o vinhoto e a criação de porcos também empobrecem e poluem o solo.
Uma forma inteligente de se contornar o problema de acúmulo de lixo e de resíduos urbanos é a destinação dos lixos a lugares apropriados para isso, denominados aterros, lá, há uma capacidade definida para ser depositada.

Agrotoxicos

Os Vilões da Poluição do Solo

Sem dúvida alguma os maiores vilões quando o assunto é poluição dos solos são os produtos químicos que são despejados na superfície, em maior parte das vezes são agrotóxicos e os resíduos urbanos, que depositados em locais impróprios em formas de montanhas, contaminando a superfície e às vezes todo o meio ambiente em volta.
Dos produtos químicos que prejudicam um desenvolvimento sadio do solo, temos os agrotóxicos, que são utilizados pelos agricultores para impedir que insetos e pragas venham destruir sua produção. O grande problema deste tipo de prática é que os agrotóxicos são compostos de fosfatos e nitratos, que além de não serem uma boa fonte de alimentação ao ser humano, penetram no solo e se aprofundam com o passar dos anos, destruindo sua capacidade produtiva.
Como alternativa para a utilização de fertilizantes e agrotóxicos, temos os agricultores que utilizam de meios naturais para a proteção e fortificação de sua produção, a que podemos chamar de alimentos orgânicos, de custo um pouco mais elevado que os produtos cultivados no processo tradicional, mas que fazem bem à saúde, pois não há produtos químicos em sua composição e também ao solo, pois a matéria orgânica que fortifica e protege é diluída junto com o solo, tornando o mais rico em nutrientes.







sábado, 13 de outubro de 2012

Como é Feito o Vinagre


PRODUÇÃO DE VINAGRE

Vinagre é o produto resultante da conversão do álcool etílico a ácido acético por bactérias do ácido acético, membros do gênero Acetobacter ou Gluconobacter (Brock e Madigan, 1991).
Vinagre de álcool é o produto proveniente da fermentação acética de um mosto constituído de álcool etílico, convenientemente diluído e adicionado de elementos nutritivos para os fermentos acéticos (Intituto Adolfo Lutz, 1975).



A produção de um bom vinagre depende de uma série de fatores como:
- a linhagem e a seleção do microrganismo; - a matéria-prima; - a concentração do álcool; - a temperatura de fermentação; - a quantidade de O2; - a temperatura de fermentação (na faixa de 20º a 30ºC); - o pH ótimo na faixa de 5 e 6; - a maturação e a conservação; - a clarificação, o envase, a pasteurização; - materiais de construção de tubulações, recipientes e depósitos.
  

Matéria-prima

As melhores matérias-primas são o vinho, o suco de maçãs e a sidra.
O vinho é bastante usado na França, Itália, Grécia e Espanha; nos EUA utiliza-se o milho e, na Inglaterra, o malte. No Brasil, usam-se o vinho e o álcool.
A matéria-prima é inoculada com uma levedura selecionada, para obtenção de vinho.
(Terminada a fermentação, separam-se a levedura e os materiais em suspensão e deixa-se em repouso por três dias. O líquido claro é decantado e acidificado com vinagre. Corrige-se o teor alcoólico, em função da quantidade de vinagre adicionado, isto é, colocam-se de 10 a 25% de vinagre forte.

A acidez da mistura fica entre 3,0 a 3,5%, em ácido acético. O álcool é calculado de modo que a acidez, após o término da fermentação, seja 0,6%.
Em seguida, passa-se à fermentação acética, com a inoculação de B.
schuetzenbachii ou B. curvum ou B. orleanense, espécies próprias para 
 fabricação de vinagre.
Depois de fermentado, podem ser encontrados no meio Acetobacter aceti, A. pasteurianus, A. xylinum, A. ascendens e A. acetigenum)
  

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Processo de Fermentação

As fermentações para produção de vinagre podem ser realizadas pelo processo lento ou pelo rápido.

Processo Lento

Entre os processos lentos, o processo francês de Orleans é o mais antigo.
Realiza-se em barricas de 200 litros com oríficios, na tampa, fechados por tela fina. Os tanques tem um terço de seu volume com vinagre de boa qualidade.
Em seguida, adicionam-se 15 litros de vinho. Semanalmente adicionam-se quantidades de vinho iguais à primeira e assim, até a quarta semana. a partir da quinta semana separam-se 15 litros de vinagre e adiciona-se a mesma quantidade de vinho. Daí em diante, semanalmente, essas operações vão se repetindo e tornando o processo periódico. Com o tempo, a película superficial vai se espessando e terminando por cair no fundo do tanque. Para evitar que isso aconteça, deverá existir na superfície do líquido, um suporte de tela ou malha que mantenha a capa gelatinosa suspensa. Quando aparece A. xylinum, a película superficial das fibras de celulose é forte.

Processos rápidos

Os processos rápidos são bastante utilizados atualmente. Foram idealizados por Boerhave, ao descobrir que a transformação do vinho de maçãs em vinagre era bastante rápida quando deixava passar o vinho, através de um recipiente cheio de bagaços de maçã. Atualmente é utilizado recipientes geradores, empacotados com material de enchimento dos mais diversos (por exemplo a madeira). As bactérias acéticas colonizam a superfície do material e oxidam etanol a ácido acético.
Os geradores tem tamanho e formas diferentes. O tamanho varia entre 15 a 30 cm de diâmetro por 20 a 60 cm de altura. Geralmente são de forma cilíndrica e tem, no fundo, um suporte perfurado que sutenta o material de enchimento. Pelos oríficios de suporte, passa o ar a ser utilizado na oxidação. O material de enchimento deve formar grande superfície, para permitir o contato íntimo entre líquido e ar, facilitando as trocas, sendo utilizadas fibras de côco, carvão-coque, sabugo de milho ou outras. Sobre o material de enchimento descansa uma placa crivada, para permitir uma perfeita distribuição do vinho que cai de um torniquete hidráulico ou de um bico aspersor, colocado na parte superior.
A acidez aumenta progressivamente conforme o líquido vai sendo passado, sucessivamente, duas ou três vezes pelo mesmo gerador ou através de geradores em série. Sendo o processo exotérmico, o líquido deve ser resfriado antes de entrar novamente para o gerador.

Produção de vinagre por meio de cultura submersa

As pesquisas sobre a produção do vinagre por meio de fermentação submersa iniciaram-se por volta de 1950. O aumento da produção de ácido, em relação ao tempo de fermentação, dá uma função exponencial. O substrato alcoólico, por esse processo, pode ser fermentado 30 vezes mais rapidamente que por qualquer outro processo. Neste processo, o ar deve ser controlado cuidadosamente, pois um decréscimo da pressão parcial de oxigênio altera o metabolismo bacteriano.
Em 1949, Hromatka e Ebner, desenvolveram um processo para a produção de vinagre por meio de cultura submersa, onde o acetificador ou vinagreira é um tanque cilíndrico dotado de aeração e instrumentação de controle como qualquer fermentador. São necessários os controles de acidez, teor de álcool e aeração. os dois primeiros podem realizar-se automaticamente, possibilitando a indicação de carga e descarga do tanque. Dentro do tanque podem se utilizados elementos de contato para facilitar as trocas. A eficiência do processo vai depender do estado de divisão das bolhas de ar.
O processo de acetificação é exotérmico e assim, deve permitir, através de serpentina, a dissipação térmica, possibilitando, dessa forma, o controle da temperatura dentro de uma faixa conveniente. A temperatura adequada de fermentação depende da concentração do substrato, sendo a mesma por volta de 27ºC. Um disco giratório no espaço livre do tanque evita a formação de excessiva espuma.
Foi verificado que a transformação de etanol por fermentação em profundidade aumenta numa função exponencial com o decorrer do tempo. Por isso, mesmo uma quantidade igual de substrato pode ser fermentado 30 vezes mais rapidamente, em relação ao tempo gasto nos mais modernos métodos industriais.
  

Reservatórios

Envelhecimento

Após terminada a fermentação, o vinagre é estocado em tanques, completamente cheios, para se evitar a aeração do produto.
De acordo com a matéria-prima utilizada, vinho ou suco de frutas, o vinagre deve ser envelhecido por um tempo superior, às vezes, a um ano. Durante esse tempo, ocorrem reações de esterificação, responsáveis pelo desenvolvimento de aromas agradáveis. Alguns vinagres necessitam de clarificação, o que pode ser feito por filtração ou por outro método corrente com adsorventes.
  

Embalagem

O vinagre deve ser embalado em material resistente que não sofra corrosão e que não transmita cor ou odores desagradáveis ao produto. 

Depois o destino é o supermercado e depois para a sua mesa!

Fonte: Toscano Alimentos


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